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Amigo Blogueiro d@ Semana–Joel Loureiro

terça-feira, 5 de julho de 2011.

A partir desta semana teremos novidades no Fênix! Vimos textos incríveis das queridas e admiráveis Amig@s Bogueiras e agora contaremos, também, com a participação masculina. Entre os muitos estereótipos, costumamos ouvir que os homens não sabem se expressar e que “sentimentalismo” é departamento feminino. Então, para mostrar o quanto os estereótipos enganam e que os pré-conceitos são péssimos formadores de opiniões, publicarei textos de notáveis Amigos Blogueiros que gentilmente aceitaram ao convite do Fênix e provam que os homens também têm muito a dizer e mostrar. E o melhor; com muito conteúdo!

Joel - fotoPara a estréia, atravessei o Oceano Atlântico e atraquei em Portugal para convidar um querido e talentoso amigo, escritor e pensador: Joel Loureiro. Dono de uma escrita inconfundível, personalidade marcante e uma mente, sem dúvida alguma, brilhante; o meu Amigo Blogueiro mantém o blog No Meu Mundo... e é lá que conhecemos os seus pensamentos e sentimentos que, particularmente, admiro muito! Convido a todos a conhecerem esse fantástico escritor e um pouco do mundo que habita nele. No Meu Mundo... ou no de todos nós, com vocês Joel Loureiro em:

Construção da identidade

Ouvem-se passos...!

Era Joel Correia, um blogueiro de tempos livres que está a ir para a sala de espectáculos, para mais uma vez divagar as suas idéias diante de um público especial: A Sociedade. Convidado por Jackie Freitas, administradora e escritora do blog Fênix – Vidas Que Renascem, para inaugurar mais uma etapa de um projecto a qual daria o nome de "Amigos Blogueiros".

Chegou ao palco; sentou-se, retirou uma folha que trazia no bolso direito trazeiro, abriu-a calmamente e começou a ler:

“Somos apertados de todos os modos, mas não comprimidos sem nos podermos mover; estamos perplexos, mas não inteiramente sem saber o que fazer; somos perseguidos, mas não ficamos cambaleando; somos derrubados, mas não destruídos.” - Saulo de Tarso

"A caminhada pode durar longas décadas ou apenas poucos anos. Sento-me à beira de um regato e é hora de uma nova pedrada. É tempo de reflexão. Olho à minha volta e pergunto – Conheço-me? Era isto que queria ser? Trilhei o caminho certo? Minha gente, voltar para trás não é possível, mas rever o caminho que temos pela frente, esse sim.
Tudo o que somos hoje é o resultado do que fizemos ao longo dessa caminhada, todas as boas e más experiências contribuíram para a construção da nossa identidade, ou por sua vez, a falta dela.
O que somos? O que os outros quiseram que fôssemos? A resposta a essas perguntas é que vai ditar a continuidade da caminhada. Continuar na mesma direcção ou corrigi-la?

Digo sem medo: Muitos de vós sois o que na realidade não são, mas sempre é mais aceitável na sociedade onde estamos inseridos, serem o que os outros gostam que sejam. São capazes de se vergar perante vós para alcançarem a "falsa popularidade social". Sois fracos, cobardes e imorais para demonstrarem o "Eu" que de vós sai.
Somos únicos e como tal deveríamos querer imortalizar a nossa individualidade, por isso termos as mesmas idéias de outrem deverá ser coincidência e não imitação (mas tal não ocorre). Eu não sou igual a ninguém a não ser a mim próprio.

Quando a idade ainda me permitia ter tempo para brincar com legos, costumava encaixar as peças desordenadamente, até obter uma imagem - não me interessava o que os outros viam naquilo, mas sim, o prazer que tinha ao olhar e o significado que lhe dava. O que acontecia, vez após vez, era ver o trabalho não reconhecido, porque as peças não mostravam uma imagem legível aos olhos de quem as via.

A construção da identidade parece-me ser um espelho das minhas brincadeiras com os legos. Até que um dia percebi que a minha vida era toda assim. E, tal como teimosamente colocava peças de lego miraculosamente desordenadas, fiz o mesmo à vida.
Disseram-me, milhares de vezes até, que não era assim que deveria fazer as minhas construções, mas eu nunca quis reproduzir as imagens que vinham na embalagem. Optei sempre pela ilusão do instante, que valia pouco, mas era única e por isso grandiosa.
Assim, cada ser humano tem em mãos um grande projecto, a construção da sua identidade. Para a grande maioria passa-vos ao lado essa tarefa, e acabam por ser apenas mais um. Pelo contrário, eu sou o arquitecto da minha identidade e como tal valorizo aquilo que realmente é importante e rejeito o que é perda de tempo; afinal a vida é efêmera.
Dessa forma ao nos levantar para seguir caminhada devemos estar certos que caminho vamos tomar e que correcções temos que fazer. “Se alguém olhar para nós ou nos ouvir a falar, que fique perplexo: não pela nossa estupidez, mas pelo nosso intelecto.”

Pousou a folha nas suas pernas e finalizou:

– Não sejam complexados em ouvir tais palavras! Só vos torna mais ignorantes, não perante mim, mas perante vocês mesmo! Vós que me ouvem, que não me tomem como louco. Aquilo que falei foi propício no local onde estou e de quem me está a ouvir - E por isso, a perplexidade causada pelo vosso intelecto pode ser ilusória devido à incapacidade em me perceberem.

Enquanto vocês dançam, eu piso os vossos pés...

Enquanto vocês cantam, eu grito aos vossos ouvidos...

Enquanto vocês fingem, eu vos desmascaro gente cobarde

Joel Loureiro  – No Meu Mundo...

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Amiga Blogueir@ da Semana - Denielly Nascimento

quinta-feira, 2 de junho de 2011.

Minha Amiga Blogueir@ da Semana é muito querida e especial! Denielly Nascimento ou Deny, como carinhosamente a chamamos, já me presenteou  com sua visita em minha casa, juntamente com seu marido, e quando a vi  pude confirmar todas as boas impressões que eu já tinha de sua pessoa: bonita, inteligente, meiga, alegre, carismática e de uma jovialidade incrível! Não me refiro apenas ao fato dela ser jovem em idade, mas por ter em si, naturalmente,  um espírito igualmente jovem, o que nos faz ficar encantados e contagiados! Em seu blog Rabiscos On Line, Deny  usa e abusa de seus pensamentos e sentimentos, transformando os seus “rabiscos” (como ela, modestamente, chama) em deliciosas leituras! Quando visitamos o seu blog percebemos que dentro dessa menina há uma grande mulher e que ambas vivem pacificamente, em harmonia, com essa metamorfose da vida. E agora ela vive mais uma emocionante experiência e transformação: a gravidez! Daqui a alguns meses, minha amiga querida terá um bebezinho e, tenho certeza, terá muito mais emoções para compartilhar conosco! Nossa identificação com Deny é instantânea, porque, no final,  o que ela quer é o que todos queremos nesta vida: amor, felicidade, paz e um belo lar… Convido a todos para visitá-la e fazer parte de sua história e de seus Rabiscos On Line! Com vocês, Denielly Nascimento em:

Diário de uma garota

Eu bem que estava pensando em algum tema para escrever aqui. A Jackie gentilmente me convidou para rabiscar um pouco em seu blog maravilhoso e eu agradeço imensamente. Hoje pensando na vida, decidi escrever sobre o quanto o tempo passa e como nós nos esquecemos de pequenos detalhes que fazem toda a diferença na vida…”.

É fácil olhar-se no espelho e dizer: eu estou velha! É fácil enxergar as ruguinhas das pessoas e as nossas, sair e comprar cosméticos e mais cosméticos para evitar o tal envelhecimento precoce. Ser antenado na moda, ser um consumista do mundo moderno e entender tudo de internet. Trabalhar feito maluco a fim de obter alguma estabilidade profissional.

Nessa correria do dia-a-dia, todos nós esquecemos que existe um céu azul, um sol brilhante, pássaros cantando por toda parte, a chuva caindo, estrelas enfeitando a noite, pessoas em nossa casa e tudo isso bem ao nosso alcance, basta querer ver. É incrível como essa modernidade nos molda conforme suas necessidades e nós ingenuamente caímos. Pior é que perdemos pedaços de nossa felicidade e de nossa história por conta disso. Pais trabalham tanto que esquecem os próprios filhos, jovens viciados em tecnologia, sequer sabem quem da família está naquele instante em casa.

Eu fui assim até os 17 anos. Não sabia quem entrava ou saía de minha casa. Não ligava se o céu estava azul ou cinzento. Não costumava sequer olhar para as estrelas nas noites românticas com o namorado. Eu curtia estar no MSN, Orkut 24h por dia. Comprar uma roupa bem legal e estar antenada nos cosméticos que mais prometiam. Ter todo mundo em casa e preferir achar que não tinha ninguém.

Até o dia que percebi que isso tudo estava errado. Que por mais jovem que eu fosse, todos os dias eram novos dias e o céu possuía novos tons e novas cores a cada vez que eu olhasse para ele. As nuvens nunca estariam no mesmo lugar, ainda que passasse apenas um segundo. Que um dia eu teria que ir embora daquela casa e ficaria longe daquelas pessoas que eram a minha família, que a internet é ótima e assim como aproxima também tem o poder de distanciar e que, por mais que eu tivesse caído na real, poderia decidir agir tarde demais, também.

Então descobri algo que se chama “verdadeira realidade”. Passei a observar o céu e tirar fotos de paisagens, passei até a tentar saber onde estavam as três Marias no céu, porém eu me esqueci de saber quem estava em minha casa.

Um dia eu precisei ir embora como previa. E hoje vivo a maior parte do tempo sozinha num apartamento. E as pessoas de quem eu nem fazia tanta questão de saber se estavam ou não partilhando o mesmo espaço que eu, hoje me fazem chorar de saudade. Até das brigas eu sinto falta!

Eu ainda posso dizer eu te amo a todos, felizmente, mas eu não posso mais dar aquele abraço de bom dia diário. Não posso mais dormir ou subir as escadas e ver todos reunidos na sala conversando e vendo TV.

Certas coisas passam por nós e só percebemos que passaram quando realmente não tem mais jeito. O duro é que o tempo não volta e o mundo moderno, nessas horas, não está nem aí para você. Por que deixamos que nossa vulnerabilidade humana atrapalhe nossa maneira de viver e nos prive da real felicidade? Isso é errado!

E no fundo nós sabemos que tudo isso está errado. Por que ainda insistimos em...?

É uma pena que para chegar a tal conclusão eu tivesse que sentir na pele a dor da saudade. E até agradeço ser apenas saudade, pois sei que existem casos piores. Bem piores! Que nem um adeus ou o último abraço não foi dado.

Hoje um simples aquário com um único peixe no centro da mesa da sala é suficiente para me fazer companhia grande parte do dia (já que meu marido só está em casa às 21h), e de vez em quando eu me preocupo em olhá-lo e assim sinto a sua companhia também. Tenho um cachorro que é meu amor maior e se ele economiza nos carinhos eu já me sinto diferente. É nessas horas que me lembro daquela casa cheia de gente e... .

O mundo moderno tem seus vícios, manias, novidades, atrações e tudo isso é ótimo, mas nossa vida e as pessoas que dela fazem parte são melhores ainda. Cabe a nós, apenas a cada um de nós, perceber. Estou a construir uma nova família e certamente não cometerei os mesmos erros do passado. Hoje primo pela alegria, companhia, respeito e consideração.

Acredito que só assim a vida faz sentido!

Bem, acho que era isso!

Denielly Nascimento – Rabiscos On Line

*Imagens retiradas do Google Imagens

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Amiga Blogueir@ da Semana–Kassya Mendonça

sábado, 7 de maio de 2011.
O amor é um dos sentimentos mais exaltados, se não for o maior de todos! Inspiração para poetas, delírio dos românticos, felicidade e realização para quase todos nós... Indiscutivelmente é uma de nossas maiores buscas... Eu poderia tentar definir o amor de várias formas, mas não o farei... E, se quisesse, também não conseguiria... Minha Amiga Blogueir@ da Semana o faz com maestria! Kassya Mendonça, consciente da vida e de todas as complexidades do viver, declama em versos toda a beleza do amor! Em seu maravilhoso blog, Nas Asas da Borboleta, ela o mostra como um poderoso sentimento transformador, muitas vezes banalizado por aqueles que não o compreendem em sua essência. Enxerga, nos pequenos acontecimentos diários, razões para que o amor seja celebrado e refletido. E, invariavelmente, isso resulta em belos versos, mostrados em poemas e poesias. Faço um convite a todos para que conheçam o blog da minha querida amiga Kassya Mendonça e aproveitem para fazerem uma fantástica viagem Nas Asas da Borboleta... Se a sua busca é por uma definição do amor, com certeza, muitas delas poderão ser encontradas lá! Aqui, ela nos deixa uma valiosa dica sobre relacionamentos e, claro, tendo o amor como inspiração. Com vocês, Kassya Mendonça em:
Cultivando o Amor
“Quando a Jackie me convidou para este espaço, confesso que tive medo de não ter idéia do que escrever, e fiquei assim por vários dias, afinal a responsabilidade é grande. O que escrever? Sobre relacionamento, sobre comportamento, sobre amor ou vida? Mas, hoje algo me chamou atenção e resolvi escrever sobre isto”.
Dois rapazes estavam alegres por ser sexta-feira e, todos que entravam no ônibus, eles cumprimentavam com um “oi, bom dia!”. A maioria das mulheres não respondia, e ignorava; e muitas faziam cara de “bom dia??? só se for para vocês!”. Um deles disse: “que bando de mal- humoradas, num to te cantando não, só dando bom dia!”; o outro também comentou: “que mal- humoradas que nada, cara; é tudo um bando de insatisfeitas, de mal com a vida. Olha pra cara delas, parece um bando de zumbis!”.
Então, comecei a observar os rostos e analisar as mulheres, os comportamentos e as fisionomias. Realmente, a maioria estava com olhar triste, perdida em algum lugar que não era o agora, com rostos abatidos. Muitas apresentavam uma mistura de abatimento e desânimo, boca serrada, testa franzida, cabelos desalinhados.
O que leva uma mulher a não se amar? O que acontece para esta tristeza transparecer assim no rosto, a ponto de não aceitar um bom dia? Porque se deixaram de lado assim?
Por causa dos homens que elas amam e não as amam como gostariam de ser amadas!
Muitos homens acham que amar uma mulher e não demonstrar tal sentimento faz deles homens fortes. Mas eu digo: não! Os homens matam suas mulheres aos poucos, com atitudes ou, a falta delas...
A falta de tempo, o cansaço, o não olhar para ela, para suas necessidades, não prestar a atenção a um detalhe ou a uma lágrima... Há palavras que podem dizer muito mais sobre o que ela sente. Às vezes as mulheres pedem de maneiras sutis. Podem dizer: “estou com saudades”, “quero estar com você”, “pensei em você hoje”, “sonhei contigo”, “eu te amo muito... beijos...”; mas muitos, na ignorância, acham que isso é besteira, melosidade, coisa de mulher grudenta... E ela pode estar apenas dizendo: “olha, estou só e você não está presente; eu vou mudar...”.
Geralmente um homem conhece uma mulher, a acha linda, maravilhosa, cheia de charme, cheia de vida; começa a namorá-la e descobre que ela é engraçada, meiga e companheira. Então, decide casar-se com ela, pois ela é a mulher da sua vida, tudo o que ele procurou e desejou para ser feliz. Muitos, não se casam, mas passam a viver um romance intenso com esta mulher. O tempo passa e este homem esquece que a mulher é como uma planta rara, que precisa ser cuidada...
A planta precisa de sol, água, lugar protegido do vento e das intempéries do tempo... A mulher só precisa da presença verdadeira deste homem. Não o físico, mas a atenção!
Muitos homens se esqueceram dos elogios... Não se lembram de dizer eu te amo... Não retornam telefonemas, mensagens, emails... Já não dizem bom dia, não beijam mais! Acham que não precisa, afinal, ela sabe! Estão sempre ocupados no trabalho, em reuniões, com os amigos...
E como a planta que você deixa esquecida num canto do jardim sem cuidados, a mulher começa a perder o brilho. Seu sorriso já não é mais cativante, ao contrario, é um ricto de sorriso, um pseudo-sorriso, um traço fino entre os lábios... Sua pele perde o frescor, começam-lhe aparecer pequenas rugas ao redor dos olhos, da boca... Seu olhar se torna triste e já não se enternece como antes... Ela já não presta mais atenção a ela mesma; não importa mais as roupas, as lingeries, os sapatos, os perfumes, os óleos e cremes para o banho, pois ela não tem para quem vestir-se, nem para quem perfumar-se ou passar cremes para deixar a pele macia e sedosa... Ele já não nota mais! Ela já não se importa mais!
Aos poucos ela vai murchando... Seu corpo pede por prazer, pede por atenção, mas o homem, ao seu lado, não lhe dá isto, e ela vai guardando os desejos no fundo da alma, achando que assim irá agradá-lo e vai se entristecendo. Aos poucos, deixa de ser aquela mulher tão linda...
Um dia este homem olha para ela e não reconhece a mulher de antes. Ela já não tem mais covinha no rosto, ela já não exala aquele cheiro gostoso, seus olhos estão encobertos por uma nuvem de tristeza profunda, sua pele tem sinais da vida, seus dentes antes tão lindos, hoje já não são mostrados porque sua alma não tem sorrisos para distribuir...
Ele se esquece que ao deixar de alimentá-la emocionalmente, deu um grande passo para que ela começasse a morrer, fazendo dele um homem triste, pois perdeu muito tempo trabalhando ao invés de amá-la. Perdeu tempo quando não disse eu te amo, quando não perdeu algumas horas do precioso dia para estar com ela, pois tudo era mais importante do que isso...
Ahhh!!! ... Homens, se vocês têm uma mulher que os ama e se vocês ainda não chegaram neste ponto, olhem para ela e diga: Te amo!... Liguem, retornem as chamadas, as mensagens, os emails; não percam tempo pensando no que vocês iram deixar de fazer por causa disto. Esta atitude os fará homens muito mais felizes... Não há dinheiro que pague tal felicidade; resgatem os sorrisos, as brincadeiras, as alegrias, as cumplicidades, o prazer de estarem juntos... Façam tudo isso, se ainda for importante para vocês, mas se não for digam a verdade; nenhuma mulher gosta de ser enganada sentimentalmente...
Ou vocês vão achar que tudo o que eu disse é uma tremenda besteira e as deixarão morrer? Talvez pior: Deixarão que elas descubram que ainda vivem... nos braços de outro...
Kassya MendonçaNas Asas da Borboleta
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Amiga Blogueir@ da Semana–Neusa Fiesta

sexta-feira, 8 de abril de 2011.
Neusa FiestaApós um mês sem as publicações de textos das pessoas admiráveis da blogosfera, retorno com alegria em poder apresentar o trabalho magnífico de uma querida amiga: Neusa Fiesta ou, como a chamo carinhosamente, Neusinha Fiesta! Minha amiga blogueira da semana é uma pessoa de personalidade! Escreve de tudo um pouco, mas sempre com paixão e demonstrando a intensidade dos seus sentimentos e inteligência! Não tem “papas na língua”! Está sempre atenta aos acontecimentos e não se intimida com assunto nenhum! Política, esporte, comportamento, saúde, amor, enfim… expressa em seu maravilhoso blog Deep In Fiesta a sua opinião e visão, convidando-nos a pensar com ela! Neusinha é uma daquelas pessoas que passamos horas conversando e sempre estaremos aprendendo algo, porque conhecimento é o que não lhe falta. Ao receber o meu convite para participar desse quadro, minha amiga querida aceitou prontamente, presenteando-nos com um texto maravilhoso que, tenho certeza, muitos se identificarão. Convido todos a mergulharem nesse fantástico texto! Com vocês, minha amiga Neusa Fiesta em:
Almas Feridas
Mulheres feridas em relacionamentos anteriores, com dores não resolvidas, trazem consigo uma bagagem emocional que as impede de amar livremente. Passarão, ainda que de forma velada, uma mensagem de que sentem raiva dos homens em geral.
Ao encontrar um novo parceiro que realmente a ame, a raiva que essa mulher traz de coisas passadas, fará com que sentimentos inquietantes e de ansiedade surjam nele. Mesmo que este entenda que não causou essa raiva e que não é responsável por ela, isto o fará sentir-se desconfortável e receoso. Não importa o quanto ela lhe assegure que sabe que ele é diferente e especial; ele ainda é um homem e, portanto, é provável que se proteja afastando-se dela.
Rancores acumulados e não resolvidos ferem tanto às mulheres quantos aos homens. Temos a tendência de direcionar esses rancores de volta para nós mesmos, destruindo nossa auto-estima, deixando-nos em depressão. Ou então, os rancores são direcionados para os outros, principalmente para aqueles que gostamos e que estão ao nosso lado.
Para ser feliz, não existe outra saída: livrar-se dos velhos rancores e seguir com a vida!
Como qualquer outra espécie de mudança, não é tarefa fácil...; dá trabalho e é preciso coragem para encarar-se de forma aberta e honesta. A tentação de nos apegarmos a ressentimentos passados para justificarmos nossos sentimentos, é muito grande. Mas não importa os quanto justificados nossos ressentimentos possam ser, esse apego a eles é autodestrutivo. Permanecermos ligadas a um passado infeliz, distorce e interfere com o presente e impede um futuro melhor .
O primeiro passo para a liberação de raivas antigas é o reconhecimento de que elas existem.
O próximo passo é entender que a raiva é um artifício protetor que usamos para evitar mágoas.
A raiva é protetora porque, apesar de desagradável, é menos destruidora do que a dor de ser magoada. E as raivas antigas representam as mais profundas das feridas, aquelas que continuam a nos atormentar. É preciso encará-las, é preciso compreender como fomos feridas, quem nos feriu e o quanto estamos feridas.
Uma vez identificada a fonte dessa raiva e a sua causa, é preciso colocá-la para fora. Em geral, as pessoas que a causaram não estão mais por perto; mas, não é mesmo necessário um confronto com elas. O importante é que os sentimentos precisam ser traduzidos em palavras. Deixe sair: fale, grite, escreva, chore, descabele-se!
O próximo passo é perceber que a liberação de mágoas antigas requer perdão. Tenha em mente que este perdão é em seu benefício; é seu passaporte para libertar-se das dores antigas. Não é para aliviar a pessoa que a causou, muito menos para justificá-la. É para a sua cura! Veja que ao dizer:
'eu nunca vou poder perdoá-lo', você estará decretando que sempre estará ferida. O melhor é dizer: 'você me feriu demais, mas eu o perdôo e me livro desta ferida'.
Por último, vigie sempre. A raiva tende a voltar de vez em quando, mesmo quando achamos que estamos livres dela. Quando isto acontecer, fale de forma franca e aberta para a pessoa com quem você está e depois reafirme para si mesma sua libertação dela.
Experimente fazer isso e verá que poderá alcançar resultados gratificantes, pois, a raiva e o ressentimento são debilitantes, ao passo que, ao nos livrarmos de emoções negativas, criamos espaço para novos e positivos sentimentos.
“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.”
*Imagens retiradas do Google Imagens
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Amiga Blogueir@ da Semana–Mary Miranda

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011.

Minha amiga blogueir@ dessa semana é especial e admirável! Poeta, poetisa; escritora, leitora; romântica, romancista… Autora de sua própria história; carrega consigo a força das palavras e ,sem qualquer receio, as devolve para nós, nos deixando sem fôlego, extasiados com tamanha paixão com que ela trata os seus pensamentos … Em seu blog Fatos de Fato, minha querida amiga é capaz de transformar um simples fato cotidiano em inspiração poética! E consegue nos fazer viajar em seus sonhos, percorrendo por seu longo horizonte para finalmente nos olharmos envoltos em suas palavras. Seus textos são viscerais! Sentimos neles a entrega e a catarse de sua autora…  Igualmente nos entregamos e nos rendemos a tanto sentimento transbordante de uma mente notável e brilhante… Amiga e autora de Fatos de Fato…  De fato, amiga e autora… Os fatos de Mary Miranda em:

 

A capacidade de sermos Fênix

Num tratado de sobrevivência insofismável, no derradeiro senso de
conquista tendo o céu como limite, nós, insondáveis como seres
pensantes, abrimos asas e voamos para onde quer que as elas alcancem!
A linha que corta o horizonte não é aquela do imaginário Equador, pois
se há alguma benevolência em se pensar, é que a estrutura mental do
ser não embota a mente para o infinito!
Reduzidos a pó, pá de cal tremente em cima dos corpos pulverizados, lá
adiante, fortalecidos, nos pomos de pé, prontos para a luta
subsequente!
Inglórias lembranças ainda no presente, passados que torturam e um
futuro incerto talvez propulsores de dor, não resistem à força que
emana da lógica de que acasos não existem, fazendo-nos crer numa
improvável, conquanto agradável, sensação de retorno e garra, vitória
e sucesso meritórios!
O que chamam de 'tirar leite de pedra' é a caraterística principal de
qualquer Fênix!
Saber-se combalido, restrito, extinto, e assim mesmo levantar a
bandeira dos imortais, retirar de um chão inexistente, um céu de
estrelas que fulguram o olhar do meu irmão, do meu semelhante, é ter
nas asas de ave castigada, um arsenal ilimitado para uma guerra de
paz...
O olhar de uma benevolente ave Fênix é sempre à direita.
Via única, não tem opção...
Escorreguemos uma vez só a visão para a esquerda e o ato segrega
dimensões nefastas, incongruentes!
Ave Fênix, no sentido de amor e ressurgimento, é para a direita o seu alvo!
O lado da Justiça, da Certeza e do Pai!
Injustiçada, a mitológica ave confundida com o Mal, agora não tem como
refazer-se desses valores ímpios construídos numa Grécia longínqua!
Como ave redentora, construidora de sonhos, assim mesmo, com opções
mínimas, conduz a orquestra do florescer!
Essas cinzas surgidas após a sua destruição na fogueira, têm função
única em sua nova vida: saber que tantas tragédias surgirem, tantas
tragédias vencidas...
Nascendo e renascendo, nascendo e renascendo, voltem cinzas para o seu
lugar porque Fênix não desiste nunca, imortal e sobrenatural,
acalentando no seu ninho seus rebentos, seus descendentes, não como
filhos de carne, mas filhos de luta eterna e etérea!
O poder que há nesse estigma em se olhar para a direita, simbólica de
bem, é reduzido?
Não cabe ao homem entender sobre Céus...
Pois se o olhar é para a Direita, o Amor de uma ave Fênix continua
cabendo no lado Esquerdo do peito!...
E se essa luta armada para vencer obstáculos imaginários ou reais,
sendo feita de linha de Equador, Greenwich, numa Via Sacra, Láctea,
Via Crucis, se isso tudo corresponde, transmuta, absorve, corrobora
para favorecer um néscio de ser, um espirro de vivência, se trouxer
bondade, vamos à ela, então, ressurgindo e ressurgindo, vindo as
cinzas para lembrar-nos que podemos sobreviver!
Captação de recursos que somente a dor pode liberar!
Alguém aprende a ser bom quando se está bem?
É na dor, somente na dor, que reconstituímos nossos pedaços soltos...
A Fênix, sem contrariar essa verdade, se torna melhor à cada
destruição de sua existência!
Como que dizendo a que veio, peça por peça encaixada no seu
quebra-cabeça para o estímulo!
"Se eu retirei desse solo o que não me permitiram, você pode retirar
desse solo, o que eu te forneço agora!", esse é o jeito de uma Fênix
nos convencer que podemos mudar destinos...
Não nos conduzamos à mistificação, não louvemos como impossível aquilo
que os olhos não vêem!
Se uma Fênix só pode olhar para a direita e enxerga por todos os
ângulos, por que nós, os ilimitados, infinitos, cíclicos, nos
restringiríamos ao comodismo?
Todos nós temos a obrigação de sermos a Ave Redentora!
Porque o que nos faz Fênix é exatamente nossa capacidade de nos
reinventarmos, superarmos as cinzas que povoam muitas vezes nossos
corações, e aparecermos logo adiante, radiantes, formosos, fortes para
a próxima batalha para o bem!
Que cinza seja sempre a cor que tonaliza vestuários.
Não deixemos o dia cinza, não façamos dos nossos dias, cinzas!
Libertemos a nossa Fênix mais primorosa, aquela que voa longe,
atravessa mares, e que encontra sempre um lugar prazenteiro no coração
daqueles que trazem a pureza de alma, sabendo que a esperança é como
uma flor, que nem sempre nasce num jardim, mas jamais perde o seu
encanto...

Mary Miranda – Fatos de Fato

*Imagem: www.diaadia.pr.gov.br

 

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Amiga Blogueir@ da Semana – Erica Queiroz

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011.
Se você chegou até aqui é sinal que fazemos parte do mesmo mundo! Encontramo-nos em bytes de um novo, desconhecido e temido, mas fascinante mundo virtual, onde pessoas se encontram e se identificam através de palavras... Minha amiga blogueir@ da semana quem o diga! Erica Queiroz é autora do blog O Amor Está na Rede, e lá, esclarece dúvidas e derruba mitos sobre os relacionamentos que surgem através da internet. Recentemente publicou um livro, homônimo do blog, mostrando o seu profundo conhecimento no assunto. Erica é uma verdadeira coach de relacionamentos e sempre apresenta dicas valiosas, alertas importantes e tira muitas dúvidas sobre essa nova forma que as pessoas descobriram para se relacionarem. Tive o imenso prazer de conhecê-la pessoalmente e pude desfazer um dos meus próprios mitos. Sim, na internet conhecemos pessoas excelentes! E as transformamos em amigas de verdade, às vezes com peso até maior do que aos sonhados amigos de infância! E a minha amiga Erica é simplesmente maravilhosa! Dona de um sorriso contagiante, uma personalidade encantadora e uma energia tão boa, que quando nos damos conta, as horas se passaram e sentimos que ainda temos muito que conversar com ela! Esse mundo virtual tem me surpreendido e confesso que cada dia me estimula mais! Encontramos muitas oportunidades e cabe a nós aproveitá-las da melhor forma possível. Para mim, se O Amor Está na Rede, as amizades também estão! E como é gratificante descobrir isso! Com vocês, minha queridíssima admirável amiga nova, Erica Queiroz em:

Internet – Admirável mundo novo!

Queridos leitores,
Recebi um convite da minha adorada amiga - por enquanto virtual -, Jackie Freitas, para escrever em seu blog. Não poderia me sentir mais honrada!
E a Jackie me deu uma grande idéia: falar sobre a aproximação, entre as pessoas, que a internet pode trazer. Achei o tema perfeito; afinal, a nossa amizade é exemplo disso!
Nas palavras da própria Jackie (e eu concordo plenamente), "se deixarmos os perigos da internet de lado..." – afinal, os perigos sempre existiram; a rede é somente mais um veículo para propagação de golpes -, “... podemos fazer da net um grande 'cupido', ou uma grande sala de bate-papos entre amigos, fazendo dela uma extensão de nossa casa". Decidi começar o post com base nessa afirmação da Jackie.
Mesmo quem tem certa familiaridade com a rede pode ter dificuldades para compreender isso. A internet trouxe muitas novidades e muito rapidamente, mas o novo processo de comunicação gerado por ela não tem volta e, mais cedo ou mais tarde, todos estarão adaptados a isso – afinal, muitas das crianças já têm aulas à frente de computadores. E-mails, torpedos, scraps e tweets, entre outros, são os novos modos de comunicação. Quem imaginaria isso há 15 ou 20 anos?
Eu sou suspeita para falar, visto que encontrei meu marido na rede, mais especificamente num site de relacionamentos amorosos. Mas, vejam bem, já fiz vários amigos na rede, como é o caso da Jackie também. Por quê? Porque a internet possibilita que pessoas com afinidades parecidas se encontrem.
Pensem num astronauta russo (cosmonauta), vizinho de uma professora de biologia. É muito mais provável que ele tenha afinidades com uma astronauta americana, que está em outro continente, do que com a sua vizinha. É isso que a rede nos permite: conhecer pessoas do mundo inteiro, ampliar horizontes e descobrir o inimaginável!
Se você for uma pessoa tímida, a internet ajuda imensamente a derrubar a barreira da timidez, uma vez que, enquanto o contato for somente virtual, você estará escondido (a) atrás do computador. E isso pode (e vai!) gerar resultados positivos e reais em sua vida!
Hoje, é possível conhecer pessoas na internet de várias formas. Tanto para amizades, quanto para relacionamentos. Todas as redes sociais são grandes facilitadoras: Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn etc. Se não souber como começar, é só começar a "dar pitacos" em comunidades de seu interesse. E aí outras pessoas começam a comentar e novas amizades vão surgindo. Simples assim!
A Jackie, por exemplo, conheci num site que divulga blogs. Eu via comentários da Jackie em alguns posts, depois comecei a ver comentários da Jackie nos meus posts, começamos a escrever sobre o que concordávamos, a compartilhar idéias e, assim, uma grande admiração foi surgindo! No site onde nos conhecemos, a minha participação ainda é muito pequena, mas os membros mais ativos já têm tanto em comum para compartilhar, que todos se sentem parte de uma grande família! E é muito legal, pois um sempre ajuda a divulgar o trabalho de outro, todos unidos por um objetivo comum! O site tem classificação (através de pontos obtidos pelos votos que seus posts obtêm, entre outros), mas, querem saber? Ninguém está lá para disputar de verdade!
Agora a Jackie acabou de se mudar para a minha cidade e logo nos conheceremos pessoalmente... Não vejo a hora! Não é admirável este mundo novo?
Um grande beijo de Erica Queiroz – autora do livro e blog homônimo: "O amor está na rede" (http://www.oamorestanarede.com.br)
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Amiga Blogueir@ da Semana–Eninha Campos

terça-feira, 25 de janeiro de 2011.

Depois da mudança e da casa (quase) arrumada…rsrs…é hora de retomar o trabalho. Minha amiga blogueira dessa semana já é, como dizem, “de casa”! Não é a primeira vez e nem será a última (prometo!) que publico um texto dela aqui. Minha querida menina baiana, Eninha Campos, tornou-se uma conselheira e o ponto de equilíbrio entre minha razão e minhas reflexões. Aliás, quem visitar o seu MA-RA-VI-LHO-SO blog O Que É Isso? compreenderá perfeitamente o que digo e verá (com os próprios olhos) todo o equilíbrio da minha amiga, através de suas publicações. Quando a convidei para participar aqui no Fênix, ela aceitou prontamente e me deu, mais uma vez, a grande honra de ter a sua, sempre sensata, reflexão sobre o comportamento humano. O texto está magnífico e convido você a refletir com essa grande amiga que se tornou uma grande mestre… Aliás, Eninha… O Que É Isso??? rsrs… Aprecie sem qualquer moderação! Com vocês, Eninha Campos em:

A Estupidez Camuflada de Esperteza

Se você não entende claramente o que consiste a estupidez humana, basta olhar ao seu redor. Há sempre as guerras, os conflitos territoriais entre os países, pessoas, massacres e fome. Mas não é necessário olhar tão longe para ver a estupidez humana. Preste atenção às notícias; leia livros e revistas, navegue na Internet,  especialmente ouça aqueles que o cercam e observe os motivos que os levam a brigarem  e se preocuparem e, por fim, olhar para si mesmo. Hum ? Então é ou não é estúpido?
Desculpe-me se não o encorajo nesse aspecto, confesso que cada vez mais, tenho pouca fé na humanidade! Gostaria que os fatos diários não confirmassem a minha teoria, mas infelizmente não é isso que vejo e sinto diariamente. A humanidade, bem como vem a desenvolver e com "brilhantismo", é uma espécie  estúpida.
O ser humano vive a criar problemas desnecessários para si e para os outros e ainda não está qualificado para viver e conviver em paz e avançar com generosidade e respeito diante das outras pessoas. Não é capaz de perceber que cada avanço ou o próprio erro implicam em um avanço ou danos aos outros.
Quantas vezes você já tentou resolver um problema de alguém e imediatamente - como reposta - foi atingido na “cara”? Algumas vezes, não é?  Não estou a encorajá-lo a ser desumano e insensível. Ok, todos nós temos problemas. É realmente raro encontrar  pessoas sem problemas.   Os problemas são o caminho normal da vida neste mundo. Há sempre uma novidade, uma  combinação de circunstâncias difíceis.
Na maioria das vezes muito pouco poderia ter sido feito para evitar os problemas que você tem. Mesmo se você tem grana, fama ou notoriedade, você ainda está sujeito aos estranhos e imprevisíveis socos e pontapés que a vida dá em todos nós. Eles aparecem e cruzam o seu caminho através de circunstâncias estranhas (o por quê  eu não sei !).
Agora minha cara, meu caro, infelizmente você também causa muitos de seus problemas. Você vai atrás deles através de 'más' escolhas, 'erros', 'momentos ruins' ou simplesmente... estupidez.
E aqui chego ao  ponto da minha questão: a estupidez humana camuflada da esperteza – que, simplificando nada mais é que uma conseqüência do egoísmo e arrogância da sua essência.
A estupidez é agir de forma irresponsável, e o que é pior, na maioria das vezes, a irresponsabilidade atinge e compromete pessoas à sua volta.
Quer um exemplo? Quando você usa, manipula e transforma pessoas  em marionetes; quando você usa de má fé com os sentimentos de outras pessoas por interesses pessoais; quando você tira as pessoas da sua paz, irresponsavelmente;  quando você age de forma oportunista e passa por cima de pessoas; quando você pode ter "perdido" o seu temperamento e diz coisas que não podem voltar atrás; quando subjuga os  sentimentos mais puros de alguém; quando você usa drogas ilícitas, molesta e/ou  fere alguém muitas vezes de forma irremediável, etc., etc. Enfim, a lista de tragédias que a estupidez pode provocar é infinita...
Entenda isso!  A ética é a chave para a humanidade. Toda a existência humana depende 100% de ética. Sabe por quê? Embora as pessoas possam estar dispostas a serem egoístas, e no seu egoísmo antiético, os seres humanos - que ainda  valem a pena nesse mundo - odeiam "imoralidade" mais do que tudo. A estupidez é imoral!
E você sabe exatamente o que acontece quando os seres humanos são “imorais” uns com os outros? As relações quebram-se. Resultado: Ressentimentos.
Assim, se você quer relacionamentos, seja no trabalho ou relações de qualquer espécie, então a resposta é a ética. E adivinhe qual a única fonte da ética?   A verdade.
O respeito é ético, a “imoralidade” é egoísmo puro.
Em todos os níveis da sociedade onde o egoísmo é perpetrado, em cada lugar onde o interesse próprio, a auto-proteção e a ganância levantam suas cabeças feias e horrendas, os relacionamentos são destruídos.
Hoje a vida é dura, pegou e pega pesado com muita gente. Não há tempo suficiente para aturarmos a irresponsabilidade dos outros. Responsabilidade não é algo apenas para os velhinhos sem senso de aventura. É algo que precisa ser considerado em toda a vida das pessoas. Na minha e na sua!
Agora, se você estiver disposto a suportar os prejuízos, se você deseja e  só pode causar mal a si mesmo - sendo irresponsável - então vá em frente.  Se isso significa sofrimento para alguém, pense duas vezes. 
Se você nadar no mar e nadar com a corrente, provavelmente você vai curtir o passeio com um mínimo de esforço. É só ir na “onda”... Se você quiser nadar contra a vida  e lutar com uma atitude cega e irresponsável, é duvidoso que você curta o passeio.  Você vai perder muita energia e possivelmente até mesmo afogar-se, caramba!
A vida é difícil o suficiente sem você fazer o pior para si mesmo. A escolha é sua!
Bem, a maioria das pessoas não é boa, isto é um fato.  A maioria das pessoas não é honesta. Quando “derruba-se um  líder”, haverá sempre alguém à espera, na torcida para tomar o seu lugar.
Quando você tomar uma atitude julgando-se uma pessoa espertinha, pense outra vez: espertinha ou estúpida? A estupidez é uma característica natural de nossa espécie, mas a falta de responsabilidade, certamente a torna mais óbvia!
Diante disto o que eu faço? Eu?! Bem eu, estou sensível a não ser insensível a esse assunto. O melhor que eu posso esperar é fazer o meu  próprio pequeno mundo honesto, sincero e confortável. Trabalhar por uma mente tranqüila, na  “boa” e fazer o quê posso para aqueles que eu permito passar e estarem na minha vida.
Quanto ao resto... se pensa que engana-me, vingo-me a fingir que acredito. E estamos combinados.
O mundo é bonito de se ver, sim, é verdade! Mas, tem dentes muuuuito afiados e inconseqüentes, eu estou ligada. Se ligue aí!
Acho que vocês vão me odiar, mas confesso que agora vou ali ler uma "Caras" porque depois dessa, todo mundo merece um bocadinho de futilidades... hehe. Vá você também!
Daqui,  Eninha Campos - Câmbio e desligo.
*Imagens retiradas do Google Imagens
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Amiga Blogueir@ da Semana – Alba Simões

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011.

Começamos mais um ano! Espero que todos tenham renovado as suas forças, fé, esperanças… Retorno com o coração transbordando de felicidade pelos momentos que vivi ao lado de minha família nestes últimos dias. É hora de retomar aquilo que muitos chamam de “rotina”, mas que para mim é a continuidade de uma vida repleta de descobertas e realizações. E nada melhor do que abrir esse ano com um texto magnífico que a minha querida amiga Alba Simões preparou exclusivamente ao Fênix! Para mim é uma grande honra ter um texto dela aqui! Quem frequenta o seu maravilhoso blog Arte e Café entende o que quero dizer. Um espaço primoroso, contendo textos de grandes escritores, inclusive da própria Alba (que para mim é uma das melhores!). Não deixem de visitá-la! Vou citar Fernando Pessoa em : “…tudo vale a pena, se a alma não for pequena.” . E a alma da minha amiga é imensa, generosa e linda! Com certeza ela faz tudo valer a pena! Com vocês, Alba Simões, minha Amiga Blogueir@ da Semana em:

Viver é prioridade o resto é desejo e vontade!

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Quantas vezes não nos atropelamos em nossas metas, ideais e objetivos, por não mantermos o foco naquilo que é realmente essencial?
A vida nos oferece a cada instante, vários caminhos a seguir, e muitas vezes ficamos indecisos por qual porta deveríamos entrar.
Assim nos deparamos com a ansiedade de querermos acertar nossas escolhas com toda exatidão.
Queremos acertar no amor, na profissão, em nossas atitudes e em nossos pensamentos.
Buscamos sermos vencedores, e para isto, impensadamente, começamos a competir com coisas e pessoas que mais tarde percebemos que não faziam o menor sentido em nossas vidas.
Trancamos nossas emoções no armário com medo de parecermos fracos ou tolos.
Tendemos a usar vários disfarces para escondermos nossos medos e angústias de nós mesmos.
Nesta época de múltiplas transformações sociais e tecnológicas, nos obrigamos a estar conectados vinte e quatro horas por dia, em quase todas as mídias.
Parece que se assim agirmos, não correremos o risco de ficar desatualizados.
Quando nos sentimos frustrados em relação às nossas aspirações e desejos, recorremos às clinicas de terapias, muitos ainda, na pior das hipóteses, se debruçam sobre o manto da depressão, das tarjas pretas, álcool e das drogas.
E isto acontece quando vivemos por impulsos ou instintos, quando queremos fazer parte da maioria, para sermos eleitos os primeiros em pertencer a uma classe ou a algum grupo que a sociedade, a política ou a religião determinou como um padrão pré-estipulado.
Penso que não precisamos de tantas coisas que consideramos importantes para sermos felizes.
Já pensei diferente, e por experiência própria, posso afirmar que joguei fora tantos momentos que realmente eram preciosos. Estes não voltam mais.
Não adianta lamuriar ou querer reviver o que passou e foi desperdiçado pela própria incoerência das nossas atitudes e ações.
É importante fazer uma pausa para rever se o que realmente buscamos são de fato os nossos desejos e vontades, porque muitas vezes estes não são.
Dar prioridade à vida é não seguir a multidão, e os modelos programados e pré-estabelecidos por uma sociedade que implanta a utopia da perfeição.
Pensando ingenuamente que se não seguirmos o padrão de vida exibido pelas telenovelas e comerciais de margarina estaremos descartados de viver a felicidade absoluta.
Não é tarefa fácil sermos nós mesmos, mantermos em equilíbrio nossas emoções, dominar nossos próprios desejos e vontades.
Avaliando a todo instante o que queremos e o que querem de nós.
Dar prioridade à nossa vida é valorizar a sua total essência, respeitando a nossa integridade e daqueles que nos cercam!
Não ter medo de expor o que pensamos e sermos criticados por contradizer a maioria.
Ser feliz por fazer parte desta minoria que pensa por si mesma. Para isto somos dotados de discernimento e inteligência.
Isto não significa não ter humildade suficiente para pedir ajuda ou conselhos nos momentos de dúvidas.
Ainda não é tudo, porque enquanto vivermos, estaremos sempre aprendendo.
Aprendemos a viver todos os dias.
A felicidade consiste em conceder à nossa vida total prioridade.
O resto é desejo e vontade!
(Hoje procuro não ultrapassar os meus limites para ter um final feliz em minha vida. Aprendi a viver um dia de cada vez, para que todos os meus dias tenham seus momentos de felicidade e serenidade.)
*Imagem retirada do Google Imagens
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Amiga Blogueir@ da Semana – Samanta “Sammy”

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010.
Sammy O fascínio do convívio “virtual” é que ele nos proporciona não apenas leituras que agregam e estimulam cada vez mais ao nosso desenvolvimento intelectual; como o de podermos conhecer pessoas fascinantes! Nessas minhas “clicadas” um mundo novo se abre diante de meus olhos! E não apenas belos textos me surgem... Amizades se estreitam.  Samanta Modesto tornou-se uma grande amiga! Conhecemos-nos pessoalmente e só reafirmamos uma admiração mútua que teve o seu início num simples “clique”. Entrei no mundo de Sam e ela entrou (para ficar) no meu!
Uma vez por semana, Fênix - Mulheres que Renascem, publicará um texto escrito por uma dessas pessoas que tanto admiro e respeito. Na estréia, minha querida amiga Samanta nos brinda com esse delicioso e reflexivo texto e recomendo a todos os meus leitores que visitem o seu maravilhoso blog Vida Real da Sam para conhecerem outros pensamentos dessa contagiante escritora! Tenho certeza que todos irão se apaixonar e desejar serem amigos dela, assim como eu!
Obrigada, minha amiga querida por esse grande presente!!!
É o Inesperado que nos Move - Por Samanta Modesto
Como seriam nossas Vidas se soubéssemos exatamente quando e como seria seu desfecho?
caderno Se viéssemos com um livrinho contando sobre nossa trajetória e que resultados alcançaríamos antes da Morte? Tudo sem possibilidade de mudanças.
Ficaríamos sentados aguardando os acontecimentos, sem arriscar uma nova conquista ou lamentando nossa sorte.
Será que aproveitaríamos melhor a Vida?
Definitivamente não, sem dúvidas nos acomodaríamos com nosso destino esperando pacientemente pelo fim.
Não haveria a ousadia em sonhar, o risco das escolhas, os erros e nem acertos...
Os desafios não seriam desafios, não trariam com eles a nossa Superação, os conhecimentos adquiridos ao longo da Vida seriam esquecidos e desperdiçados...
As alegrias não teriam o mesmo sabor, pois com tudo agendado, pra que valorizar este momento se daqui a alguns minutos está escrito que terei mais um?
Não haveria uma promessa de Amor em cada esquina, afinal já saberíamos quem entraria na nossa Vida; Portanto os olhos alheios seriam todos sem brilho...
A Alma fechada não receberia novos amigos, e nem cultivaria os atuais, está escrito no caderninho, eles serão nossos amigos mesmo que não movamos uma palha;
Não seria preciso praticar a Caridade, nem a compreensão, não haveria raiva e nem ódio, talvez só um tédio profundo de um coração acomodado corelogio mulherm sua realidade;
Tudo seria calmo sem as dúvidas, sem sofrimentos desnecessários, sem problemas a mais e também sem alegrias a mais;
Poderíamos viver tranquilamente sem expressar uma palavra de consolo extra, sem um agrado ao próximo que não estivesse pré-determinado;
Não precisaríamos aguardar ansiosamente aquele telefonema, aquela resposta, aquela presença...
E quando chegasse a nossa hora, provavelmente faríamos um churrasco, uma festa, para a despedida Final... talvez, se estivesse assim escrito no caderno...
É o Inesperado que nos move, que nos faz sonhar e aprender, são os desafios que surgem do nada, que nos fortalecem para os que ainda virão, pois eles sempre vem;
Ele traz os amores que achamos eternos e que se vão como fumaça, mas que nos abençoam com o aprendizado necessário para o amor verdadeiro que chegará;
O Inesperado nos faz sonhar todos os dias com um futuro melhor, nos impele a adquirir conhecimentos, a lutar!!
Sol na mão Ele que nos mostra o valor de um sorriso, do amor, dos momentos singelos, que nunca se repetem, por isso temos que aproveitar ao máximo, e guardar na memória todos eles;
Por causa dele estamos sempre procurando algo, sonhando, nos esforçando, refletindo, conquistando, sorrindo e chorando...
Justamente por não saber o amanhã é que valorizamos o hoje, que abraçamos quem amamos, que damos carinho, fazemos amizades;
Muitas vezes reclamamos, sofremos, porque não sabemos o que vai acontecer, não podemos nos preparar totalmente para absolutamente nada!!
Ficamos frustrados, às vezes desanimados com esta instabilidade, mas no fim, achamos forças para seguir!
Pense que nunca saberemos o que vai acontecer nem daqui a um segundo!! Não se esqueça disso nunca!!
É bom levar a vida achando que nunca partiremos, mas sejamos realistas, vamos partir sim, e só Deus sabe se vai ser logo após esta leitura ou daqui a 60 anos!
Muitos de nós só sabemos mesmo valorizar a Vida quando chega a doença, ou a morte de um ente querido, um desespero... Não deveria ser assim...bebê piloto
Viva intensamente!!! Não subestime esta frase tão repetida por aí, ela é verdadeira!!
Vamos aproveitar cada segundo, seja ele bom ou ruim, vamos viver intensamente, sonhar, lutar, sorrir, chorar!!
Cada segundo é único e pode ser o último, por isso mesmo ele é sempre o mais especial de todos!!
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
(Charles Chaplin)
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A Cabala e as Mulheres – Por Gabriel Eigner

quinta-feira, 9 de setembro de 2010.
As mulheres cada vez mais conquistam o seu espaço. Mães, esposas, donas de casa; nos dias de hoje, não se intimidam e ganham postos de liderança em ambientes que outrora somente homens ocupavam. Uma mulher escrevendo sobre isso poderia parecer feminismo puro! Por essa razão, convidei meu grande e querido amigo, Gabriel Eigner, um empresário bem sucedido, mente brilhante e sensibilidade ímpar; para que escrevesse a sua visão sobre as mulheres e a razão de sua notoriedade. Entre os assuntos que conhece e estuda, Gabriel escolheu a Cabala para explicar o seu pensamento.
Aproveitando a ocasião desse ano novo judaico (Rosh Hashaná), gostaria de deixar para toda a comunidade um Shana Tová! Muita paz, saúde, amor e prosperidade.
UMA VISÃO CABALÍSTICA PARA COMPREENDER AS MULHERES BEM SUCEDIDAS
O mundo moderno convive com diversas mulheres ocupando importantes posições nas Empresas e em quase todas as atividades profissionais.
Diversos fatores proporcionaram a ascensão das mulheres, em espaços tipicamente masculinos durante séculos. Mas, vou focar o assunto baseado numa visão extraída da “Cabala” – a tradicional e complexa ciência judaica que estuda o poder da mente e a Força Divina entre muitas outras coisas.
O poder da intelectualidade pode ser baseado em três componentes: Em hebraico Chochmá (Sabedoria), Biná (Compreensão) e Daat (Conhecimento).
As emoções sob a ótica da “Cabala” são derivadas de sete atributos: Amor, Poder, Harmonia, Domínio, Submissão, Fundamento e Realeza. Os três primeiros componentes combinados os sete atributos estão presentes em todas as mulheres de sucesso.
As mulheres são muito mais amorosas que os homens. A doação incondicional, muitas vezes não esperando nada em troca além de um simples “obrigada”, destaca a magnitude do atributo AMOR.
As mulheres tendem a ser mais disciplinadas, justas e fortes superando barreiras na defesa destes princípios. Acreditam mais nas leis, na ordem e na justiça. Sabem perdoar com mais facilidade os erros. Isto é a verdadeira manifestação de uma força interna, do PODER efetivo que as mulheres possuem para superar obstáculos.
As mulheres possuem papel fundamental no equilíbrio da vida doméstica e profissional. É o equilíbrio celestial entre o dia e a noite, entre os mares e a terra. É o maravilhoso atributo que regula o uso do “Amor” com o “Poder” exigindo uma sabedoria extraordinária e um agudo senso de percepção, muito mais presente nas mulheres do que nos homens. Assim é o atributo da HARMONIA.
O que é o DOMÍNIO? É a capacidade de conquistar, vencer e superar o emocional, nos levando a ter ambições, realizar sonhos e traçar objetivos. Dominar significa estabelecer a sua vontade e, não raro, tentar dominar os outros para que seu objetivo seja atingido. É a busca da vitória.
A palavra SUBMISSÃO em hebraico é “Hod”. É o oposto dos atributos anteriores, e se manifesta quando alguém se anula perante outrem. É a capacidade de agradecer, mesmo em caso de infortúnio, ou seja, aceitando ou admitindo que em determinado momento o obstáculo é mais forte.
As emoções se manifestam nas mulheres de forma muito intensa quando existe um relacionamento recíproco. A mescla perfeita entre um homem e uma mulher. A “Cabala” contempla como parceria ideal pessoas de sexos opostos que se completam, onde o poder de um indivíduo é o ponto fraco do outro, dando a oportunidade de que os dois juntos são mais fortes do que separados. É o FUNDAMENTO emocional da amálgama física que une uma mulher a um homem.
As mulheres geram no seu útero novos seres humanos. E sempre buscam com fortes cargas emocionais, gerar filhos que possam trazer para o mundo algo mais completo e perfeito do que elas mesmas são. A REALEZA das mulheres é o sétimo e último atributo emocional, que unifica os seis anteriores, posicionando as mulheres como seres mais sublimes do que os homens.
A REALEZA dá às mulheres bem sucedidas a verdadeira capacidade de liderar, pois para ser verdadeiramente LÍDER é preciso comunicar-se bem para servir de inspiração a todos ao seu redor. O Homem é o rei na Terra porque ele, mais do que qualquer criatura, pode, de fato, comunicar-se com os outros de forma efetiva e sofisticada.
E ao longo dos anos, o “homem rei” vem compartilhando seu espaço com as “mulheres rainhas”.
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Arrumando a Casa – Por Marcos Airosa

domingo, 8 de agosto de 2010.

Marcos Airosa é o que podemos chamar de anjo. Quando penso nos anjos, sempre me vem à cabeça lindas crianças, com cabelos encaracolados, carregando pequenas harpas e nos passando uma grande paz. Bem, para mim, o meu amigo Marcos não difere muito disso. Poeta, filósofo, escritor, homem maduro e honesto com seus sentimentos, mas com o frescor de uma criança; escreve poemas que me arrancam verdadeiros suspiros. E ele não fala apenas de amor, não! Ele fala da vida com a maturidade que só uma mente evoluída possui. E é através dessas mensagens que ele chega a mim como um verdadeiro anjo, soprando-me melodias que me encantam e me trazem muita paz. Em seu blog Vida, o meu amigo escritor nos mostra o que ele mais aprecia: Amor, paz e muita Vida!! Espero que todos possam visitá-lo e, como eu, encontrarem nesse amigo querido, o mesmo anjo que tanto bem me faz. Aqui, um pouco sobre a Vida personificada por Marcos, anjo, Airosa.

Arrumando a Casa

“Tudo bem amigos, fui convidado a participar da Semana dos Escritores da minha amiga Jackie, embora não me ache à altura do título, mas não há nada que possa negar a este anjo, então aceitei agradecendo pela consideração e carinho. Não sei se irão gostar, mas mando uma mensagem como sempre faço de estímulo, de força e coragem para enfrentar nosso dia-a-dia que é sempre complicado pelos altos e baixos, pelas alegrias, pelas tristezas, pelas ingratidões, pelos elogios, etc. Obrigado a todos.”

Antigamente, o rio da vida fluía pelo seu ser, às vezes em torrentes, às vezes devagar, fazendo-o sentir-se repleto de paz por estar à vontade consigo e ligado a vida.
Quando você era bem jovem, a casa de seu ser era um lugar extraordinário de ser explorado. Não havia parte da casa que não fosse boa. Vivia dentro de seu corpo e por estar em contato com sua natureza (quando você dizia “Eu Sou”) era o bastante.
Quando a vida o ameaçava, confundia ou desapontava, você fechava partes de si mesmo e começava a viver
do “eu não sou; eu deveria ser”, que existia dentro de sua cabeça.
Quanto mais você vive dentro da mente, em vez de no coração, mais acredita que, para se sentir seguro, tem de estar no controle, escondendo profundamente dentro de si a criatividade espontânea e a pura alegria de estar vivo.
A profunda paz da satisfação com o que se é, só virá quando você retornar ao próprio corpo e ocupar todos os cômodos da casa de seu ser. Para fazê-lo, terá de se encontrar com os sentimentos que estão atrás da porta do porão de sua mente.
Reencontrar seus sentimentos não significa abandonar-se a eles. Significa conceder-lhes atenção exclusiva, para que eles possam fazer parte da energia vital.
É possível acordar de manhã com um amor-próprio permanente, um apreço profundo pelo dom da vida e uma curiosidade incrível pelos rumos que sua existência vai tomar. Não apenas isso é possível como é seu direito.
Você não precisa se preocupar em ter nenhum dom especial, nem com o que fazer com ele. Tudo o que precisa é beber da fonte da sabedoria e apoio que existe no âmago de seu ser. A razão de sua própria existência aparecerá a seu tempo e a seu modo.
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Amigos Digitalizados – Por Valéria Braz

sábado, 7 de agosto de 2010.


Valéria Braz não se pronuncia. Valéria Braz se sente! Minha amiga escritora é uma poetisa. O canal que ela  escolheu para se comunicar foi o coração, pois tem um poder enorme de atingir a todos que lêem as suas palavras. Quando a lemos, ao mesmo tempo que nos encantamos com a sua escrita, somos tocados pelos sentimentos que esta artista nos passa. Minha amiga não escolhe as palavras…ela simplesmente as sente e escreve. Nós as traduzimos e, para quem entende esse idioma: amor, fica embriagado com o tanto de emoção que há em Valéria Braz. Ela gosta de me chamar de filósofa e eu a chamo de linda poetisa. Hoje, aqui pensando, percebi que ela não é apenas uma poetisa…é uma Encantadora de Amigos. Em seu blog Sobre Tudo Um Pouco, cuidado! Você ficará apaixonado!  Tudo o que você encontrará lá tem sentimento e o pouco que a minha amiga mostra, te fará querer mais…mais e mais. Você será envolvido  pelas belas palavras deste admirável ser humano! Aqui, você lerá Sobre Tudo Um Pouco por Valéria Braz.

Afinal quem são estes amigos que se digitalizam através das palavras?

“Fui convidada pela Jackie para fazer parte da semana dos amigos escritores, embora não seja uma escritora sou amiga desta filósofa que admiro, portanto, aceitei na hora.
Depois fiquei louca tentando descobrir o que escrever, aí resolvi sentar e deixar fluir. Espero fazer jus a estes escritores maravilhosos escolhidos pela nossa filósofa dos corações.”

Hoje me peguei pensando quem sou, e o quanto de verdade dou de mim a estes amigos desconhecidos da rede.
Amigos que mandam recados de saudade, sentem nossa falta, nos mandam força e carinho, nos admiram, interagem.
Amigos que silenciam o nosso silêncio e vivenciam nossas tristezas.
Amigos que nos buscam, amigos que não vemos o rosto, mas que sentimos o coração. Amigos que nos sufocam, amigos que são distantes, amigos alegres, amigos questionadores, etc.
Afinal quem são estes amigos que se digitalizam através das palavras?
Quais verdades escondem, ou o que silenciam?
Porque afinal estão ali? O que procuram, o que esperam? Onde estão seus porquês?
Na rede podemos ser o que desejarmos ser, escolher o melhor papel para acalentar nosso ego, nos tornarmos mocinhos ou bandidos, realçarmos qualidades e escondermos defeitos.
Não é fácil lidar com palavras e os diversos papéis que elas nos permitem vivenciar, no entanto, mesmo diante do enigma que é o rosto vedado pela tela, continuamos interagindo, buscando o outro, tentando fazer mais e mais amigos.
Que mistério é este que envolve conviver virtualmente e porque o mundo se entrega a esta realidade?
Talvez o verdadeiro encanto, seja nossa incapacidade de julgar aquilo que não podemos conhecer na realidade e conviver de fato, e assim, nos tornarmos “inocentes” atores desta peça virtual.
Conviver na rede é um grande desafio, desafio que buscamos todo o tempo. O desafio de desvendar o outro e se permitir desvendar.
Quantos de nós somos capazes de interagir e perceber o outro na sua verdadeira essência? E quantos de nós se permitem enxergar o outro com as palavras do outro e não com nossa própria carência?
Na rede há uma infinidade de necessidades pessoais borbulhando e ensinando sobre o ser humano. Necessidade de evolução, necessidade de ser notado, necessidade de ser o que gostaria de ser, necessidade de ensinar, necessidade de amar, necessidade de apenas ser, e tantas outras necessidades que explodem a cada novo post.
E o que torna a rede rica e atraente, são estes sentimentos que nos fazem navegar pelo mar da descoberta.
E enquanto navegamos, vamos observando consistência, contradições, verdades, mentiras, máscaras, docilidade, alegria, enfim, vamos observando a vida virtual reagindo a vida real.
Não devemos criar expectativas e nem viver decepções, devemos viver a rede, o mundo virtual, como um grande universo humano. Como uma cadeia de relacionamento, que mostra que o modo de viver de cada um dentro da rede, é marcado por uma história de vida real, história esta que muitas e muitas vezes não temos acesso.
Portanto, mesmo que máscaras sejam criadas ou não, histórias sejam inventadas ou não... cada um é aquilo que se permite e necessita ser naquele momento, naquele post.... e talvez aquilo que criou, verdadeiro ou não, é o que lhe mantém um ser humano que continua vivendo a vida.
No mundo virtual, mesmo quando não concordamos, é preciso “ver” o outro além da virtualização das palavras e do escudo da tela, fazendo deste enxergar a riqueza da amizade virtual.
Mesmo que não possamos encontrar aquilo que acreditamos nas pessoas que conhecemos virtualmente, devemos aprender a conhecer o que somos na rede e o que cada pessoa pode encontrar em nós!
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O Dom da Palavra – Por Márcia Pinho

sexta-feira, 6 de agosto de 2010.
 Marcinha - Foto Márcia Pinho é uma mulher na essência da palavra. Mãe, esposa, dona de casa, educadora, blogueira, atenta com os fatos. Minha querida amiga escritora, ainda encontra fôlego em seus agitados dias para transmitir em seu blog a sua visão sobre a vida e tudo que a cerca. Já tive a grande honra de escrever para o seu blog. Lá é o meu cantinho de leitura e Marcinha (como a chamo) me recebe com textos que me trazem ensinamentos, reflexões e muita identificação. E o que seria uma boa leitura senão essa? Há quem escreva contos, quem crie um mundo imaginário ou um desejo; mas há quem escreve com base em suas experiências, em seu dia-a-dia, em suas expectativas diante da vida. Minha amiga escritora é assim: uma mãe com os braços abertos para receber a todos em seu espaço, com carinho maternal, com dicas ou conselhos. Não é à toa que o seu blog se chama Mamãe Recomenda. Bem, minha mãe recomendaria! E eu também recomendo, com certeza! Aqui, um pouco de visão da vida, por Márcia Pinho.

O Dom da Palavra

Todos nós somos bons em alguma coisa. Cada um de nós tem uma ou mais habilidades especiais, que nos colocam em igual posição uns aos outros, independentemente de cor ou credo. Essas habilidades podem ser a base do nosso sustento ou simplesmente a fonte geradora de bem estar.
Algumas pessoas são boas em cozinhar, outras em cantar ou dançar, outras são boas em construir coisas, outras ainda sabem aprender, outras ensinar. Quem acha que não tem habilidade alguma, simplesmente não reconhece em si as próprias qualidades, mas pode perguntar para alguém, certamente, vai se surpreender.
À medida que exercitamos nosso dom, ele se aprimora e cresce. Entre todos os dons, acredito que o dom da palavra seja um dos mais especiais.
Nós somente evoluímos como seres humanos quando passamos a nos comunicar. Através das palavras passamos a expressar sentimentos, compartilhar experiências e temores, manifestar opiniões e dúvidas. Assim, também nasceu nossa necessidade de rotular, numerar e questionar tudo.
A palavra pode ferir mais que uma bala. A palavra pode mudar o rumo de uma vida ou de muitas.
Quem recebe essa habilidade pode conduzir exércitos e comandar nações ou simplesmente, pode encher o coração de alguém de alegria. Alguns usam para lamentar ou descrever seus desenganos.
Nascem os poetas, os escritores, os jornalistas, os compositores e até os amadores. Desde que aprendemos a nos comunicar, esse dom se aprimora e cresce. Intenso para uns, suave para outros.
A palavra me toca particularmente. Sinto meu corpo reagir a um bom texto. Reconheço-me em músicas e histórias. Reconheço o valor de quem tem o dom da palavra.
Por isso, quando recebi o convite para escrever um texto para esse blog, tive um certo pânico, pois reconheço em Jackie Freitas esse dom. Vacilei e até me antecipei com um texto sobre algo, que neste blog não existe nem pode ser ovacionada: tristeza. Por um tempo, deixei a euforia e a insegurança de lado, resolvi expressar apenas a minha admiração e o meu agradecimento.
Todos nós somos bons em alguma coisa, talvez seja difícil reconhecer sem deixar de ser modesto. Se eu tenho esse dom tão especial, ele ainda me confunde. Sua importância me faz vacilar. Somos responsáveis pelas conseqüências de nossas palavras, por isso é essencial buscar inspiração em quem as usa com sensibilidade. Uma das minhas fontes é esse blog. Espero fazer jus a ele.
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Encontrando Sua Própria Motivação – Por Calebe Ribeiro

quinta-feira, 5 de agosto de 2010.
Calebe Ribeiro é um jovem amigo! Amigo talentoso, nascido em Minas Gerais, não envergonha os seus célebres e ilustres conterrâneos. Na terra de escritores consagrados como  Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Ziraldo, João Guimarães Rosa entre tantos outros; encontramos outro talento: Calebe Ribeiro. Amigo de escrita honesta, que busca passar sentimentos e algumas reflexões sobre a vida. Em seu blog Sábias Palavras, o meu jovem amigo e talentoso não tem a pretensão de ser um célebre escritor, mas se olharmos com atenção, constataremos que o seu futuro é bem promissor! Acho que Deus nos abençoa de diversas formas. A nós, leitores, por termos o privilégio de encontrarmos preciosidades como o Calebe e ao maravilhoso povo mineiro, por ter o orgulho de ter entre tantos nomes famosos, a esperança de mais um jovem talento se revelando. Drummond escreveu: “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas, por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.”. Pois aqui nós temos essa sede! E espero que através de Sábias Palavras, possamos refrescá-la um pouco com a ajuda do meu amigo querido Calebe Ribeiro.

Encontrando Sua Própria Motivação

Vivemos em um mundo (des)motivacional. Desde crianças somos educados sobre os pilares da competição e comparação - talvez um efeito do capitalismo. Estudamos a lição para os professores e os pais. Aprendemos piano por causa da tia, estudamos pra não ficar de castigo...
Reflexo de nossa infância de comparação (com amigo, primo, irmão...) crescemos num meio de turbulência. Vivemos em um deserto vislumbrando miragens. Desejamos ter o que os outros têm, gostamos do que a maioria gosta, achamos bonito o que segue o padrão de beleza louvado em nossa cultura.
Esquecemos que de tudo o que nos é imposto boa parte não é capaz de matar nossa própria sede. Quem já não se sentiu inferior por não conseguir captar a lição de química enquanto o colega já sabia antes do professor ensinar?
Nossa infelicidade e falta de ânimo vem à tona. Ficamos malucos por não descobrir onde erramos, fazemos tudo que os outros fazem e mesmo assim continuamos desanimados e sem forças de levar adiante.
Inconscientemente desistimos de valorizar nossas particularidades. Decidimos seguir a profissão que é mais bem paga. Gostamos de um tipo de música por que todos gostam e assim somos aceitos na sociedade. Tiramos toda a beleza de nossa vida quando nos consideramos iguais e feitos em série. Valorizamos as experiências alheias e desistimos de viver por nós mesmos. 
A comparação sempre levará alguém a se considerar inferior e quase sempre a conclusão será que o outro é “burro”. Howard Gardner disse que existem sete tipos de inteligência (Linguística, Lógica, Motora, Espacial, Musical, Interpessoal, Intrapessoal) eu acredito existirem muito mais.
Nesse universo de inteligências vemos muitos gênios e mestres. Alguns são capazes de construir novas ideias e teorias, porém não conseguem construir sua própria felicidade. Pessoas bem sucedidas não capazes de encontrar um amigo, sabedores de matemática que não conversam nem com os próprios pais. Gênios incapazes de driblar os obstáculos mais simples.
Não podemos recorrer à comparação e batalhar mais com os inimigos exteriores do que com os nossos próprios monstros - como o monstro da falta de autoconhecimento. A pior derrota é quando se perde pra si mesmo.
Mas a motivação está dentro de cada um, seja pessoal, seja profissional... Não importa. O que funciona pra um nem sempre será uma regra extensiva a todos.
Se você quer um motivo para começar a se motivar eu dou o pontapé inicial. Você recebeu quando nasceu um presente chamado vida e mesmo bilhões de mais vidas existirem por aí você continua sendo único e especial. Motivos existem aos montes, mas só os motivos certos tornam a vida bela. Descubra-se!
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