Plágio é Crime! Proibida a Cópia do Conteúdo desse Blog!!!

0

O Ano Novo Somos Nós… Renovados!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011.

Quando perguntada sobre os maiores obstáculos que tivera que superar na vida, uma famosa atriz respondeu que preferia manter em sua lembrança não os obstáculos em si, mas os seus frutos: aprendizado, superação, vitórias e conquistas...

Não tinha ainda em minha mente uma mensagem de final de ano formatada, mas após assistir a essa entrevista, enchi-me de coragem e inspiração para fazer um pedido e, espero que ele sirva como reflexão e estímulo para todos.

Ao longo de nossas vidas vamos somando fracassos e erros, fazendo, muitas vezes, com que eles se tornem orientadores de nossos passos inversos e até mesmo que sejam porta-vozes de quem somos. Por que digo passos inversos? Porque é assim que passamos a caminhar (para trás) quando permitimos que nosso espírito se alimente das derrotas. Esquecemo-nos de que as guerras são compostas por inúmeras batalhas, onde algumas vencemos e outras perdemos, mas que as perdas, de modo algum, devem determinar fracasso, incompetência ou muito menos dizerem quem e como somos.

Já refletimos muito sobre esse assunto e chegamos juntos à conclusão de que perder, em certos momentos, representa algum tipo de ganho e é essa a maior lição que devemos tirar de nossas batalhas. As perdas sinalizam o nosso despreparo para algumas ações e a falta de uma visão estratégica para enfrentarmos às adversidades, contudo aprendemos que é através delas e também do inimigo, que nos fortalecemos e superamos nossas próprias batalhas. Muitas vezes o maior inimigo e sabotador mora dentro de nós, principalmente quando a sua voz ressoa tão forte que faz com que deixemos de acreditar em nossa capacidade e força para enfrentar qualquer obstáculo. As pessoas podem até dizer que somos fracos ou incapazes, mas cabe a nós acreditar ou não e, melhor ainda, provar, não a elas, mas a nós mesmos que somos vencedores porque não esmorecemos diante de nenhuma batalha, tampouco da vida!

Portanto, querido leitor, o meu desejo, pedido e mensagem de final de ano é para que você se veja forte, mesmo que a vida o enfraqueça em alguns momentos. Se cair, levante-se de cabeça erguida e tenha consigo mais um aprendizado e não uma derrota! Extraia de cada experiência, sendo ela boa ou ruim, todo o aprendizado que puder para que nas próximas batalhas você esteja mais forte e corajoso. Não tema o inimigo, enfrente as suas fraquezas e supere-se sempre! Lembre-se de que os fortes são capazes de renascer e os fracos entregam-se para a morte! E a pior morte (também já refletimos sobre isso) é aquela que acontece dentro de nós, que nos paralisa e impede de olharmos o que há adiante...

Mais um ano está acabando... Muitas lutas foram travadas sob o banho de lágrimas e a dor nos paralisou algumas vezes. As perdas (se assim podemos chamá-las) ficaram para trás, porque tudo que já passou faz parte do passado e deve apenas servir-nos como lição para que tenhamos um presente e futuro renovados de confiança e fé... Fé em nós, acima de tudo, porque temos a capacidade de transformar o que quisermos!

Quando perguntar a si mesmo sobre seus obstáculos na vida, não se remoa em dores e lástimas. Lembre-se que se estamos aqui e agora é porque de um modo ou outro os superamos e é este o nosso presente (literalmente)! Entregue ao passado todas as derrotas... Ele saberá o que fazer e onde guardá-las, mas não se esqueça das suas vitórias! Faça delas, sempre e cada vez mais, motivos de orgulho e inspiração para a continuidade dessa história, da SUA história! Jamais se desmereça e nem permita que os outros contem com inverdades uma história que não seja a sua! Conte-a você mesmo, cheio de orgulho e com algo a ensinar, mas sem perder a humildade do aprendizado, porque as outras pessoas também nos ensinam com suas histórias e exemplos! E, muito importante, não se esqueça que em qualquer batalha, principalmente nas nossas, nosso maior aliado é aquele que mora dentro de nós! A vida, com todas as suas adversidades, é uma grande escola; então, aprenda com ela. Olhe-a com gratidão e respeito, olhe-se com carinho e exercite sempre o perdão, principalmente para consigo mesmo! Não exija dos outros o perdão que você é incapaz de conceder-se... E com a alma renovada e o espírito leve, caminhe olhando para frente, apreciando otimista um grande horizonte que desponta todos os dias diante dos seus olhos, almejando conquistas e ciente de que não serão as quedas ou as falhas que dirão quem você é! Alimente a sua capacidade de superação, porque é ela que te dará vida e dirá de verdade o quão extraordinário você é!

Nenhum ano será realmente novo se não pudermos enxergar o novo... Nenhuma promessa será cumprida se não houver a certeza de que toda a diferença nesta vida é feita única e exclusivamente por nós!

Carpe Diem! Que nossos dias sejam abençoados, iluminados e nos levem a um futuro de boas colheitas...

E Boas Festas!!!

Jackie Freitas

“Ama de igual amor o poluto e o impoluto;
Começa e recomeça uma perpétua lida;
E sorrindo obedece ao divino estatuto.
Tu dirás que é a morte; eu direi que é a vida.”

(Machado de Assis)

Este texto é dedicado à minha filha Carolina, para que ela JAMAIS se esqueça de sua grandeza e não tema o seu futuro!

*Imagens retiradas do Google Imagens

Leia Mais...
0

Nunca Diga Nunca!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011.

Quando se atravessa os portais da pretensa invencibilidade, deixamos para trás nossas fragilidades e passamos a crer que possuímos todo o poder da sabedoria inabalável, que jamais precisará ser revista ou aprimorada. Mesmo que iludidos pelo próprio ego, sentimo-nos semideuses brincando com os comandos de uma vida que é nossa, mas cujo “destino” independe apenas de nossa vontade.

Um dos perigos de se cruzar tais portais é o de trancá-los com as chaves definitivas e conclusivas do “nunca” ou “para sempre”!

Ao longo de nossas vidas aprendemos, mesmo que através da dor, que o nunca mais e o para sempre são meras expressões de efeito e que nem sempre simbolizam a idealização de poder ou comando. São pequenos botões compondo um enorme painel que mais servem para nos distrair e iludir, mas que não detém o verdadeiro poder que nós, pretensos semideuses, julgamos possuir.

É preciso tomar cuidado ao sair e fechar uma porta atrás de si, pois a mesma poderá, um dia, servir como caminho de volta nas muitas voltas que a vida dá... Neste caso, o nunca perde o seu sentido original de comando, decisão e poder... Derruba a certeza de que a invencibilidade não nos levará de volta por caminhos já percorridos. Remove a ilusão de que o para sempre determina a eternidade de atos certos ou incertos, compactuando com o nunca para que pensemos numa onipotência arrogante e nos impeça a humildade de reconhecer quando é preciso se desfazer de conceitos firmados para recuar e voltar, se preciso for, ou até mesmo perdoar a si e aos outros...

Encerrar ciclos é o chamado para a renovação nossa e da vida. Isso não significa que precisamos fechar e trancar todas as portas pelas quais passamos! Quando deixamos para trás nossas portas, não podemos ser orientados pelo relógio do nunca ou do para sempre. Talvez seja esse o relógio do Olímpio, mas não o nosso, meros mortais e aprendizes de uma vida efêmera e que exige de nós um misto de todos os sentimentos humanos... É preciso coragem, mas sem esquecer que a sensibilidade também nos guia por estes campos minados ou floridos. É preciso paciência para deixar que o nosso tempo faça todos os contornos da vida... E é este tempo que nos rege! É ele que nos permite seguir por novos caminhos ou retornar por velhas passagens... É ele que nos ensina, quando nos dispomos a aprender, a humildade que nos cabe em todas as passagens da vida. É este tempo que nos ensina um modo diferente de conceber o poder...

Podemos, sim, acreditar no nunca e no para sempre, mas sem esquecer-nos de que nada é definitivo ou imutável...

Se você estiver atravessando algum portal ou encerrando um ciclo, não se esqueça disso: o nunca e para sempre são tempos longos demais e não nos pertencem!

A vida nos prega muitas peças e é por isso que não podemos ter esses “tempos” nos limitando e impedindo, muitas vezes, uma nova chance de olharmos de outra forma... E uma releitura pode nos mostrar algo que esteve sempre diante de nós, mas que fora ofuscado ou negligenciado pela soberba da onipotência!

Quando Alice estava no País das Maravilhas, ela perguntou ao Coelho: “Quanto tempo dura o eterno?” E ele respondeu: “Às vezes apenas um segundo!”.

Nunca diga nunca! Mantenha os canais abertos (e as portas também) e que sejam eternos enquanto durarem...

Compreender o significado disso é um passo para mensurar o tipo de poder que temos!

Pense nisso!

Jackie Freitas

*Imagens retiradas do Google Imagens

Leia Mais...
0

Agradecimentos Fraternos

terça-feira, 6 de dezembro de 2011.

A todos que fazem parte da minha vida ou que apenas passaram por ela; a todos que mantiveram os seus pensamentos elevados e preservaram a fé, a todos que não desistiram de suas lutas, que atravessaram desertos, venceram tormentas, curaram feridas profundas... A todos que enxergaram luz através de uma pequena fresta, que encontraram fôlego quando pareciam sufocar... Aos que prosseguiram na longa estrada, mesmo quando os passos se enfraqueciam; que morreram e renasceram...

A todos vocês, minha reverência e agradecimento!

Pessoas me inspiram e suas histórias são verdadeiras lições! Muitas vezes somos tomados pelo egocentrismo, acreditando sermos os maiores e únicos sofredores, quando na verdade somos iguais a todos! Todos passam por suas provações e cabe a cada um encontrar diferentes maneiras de superá-las.

Lembro que quando comecei a escrever, o que me movia era a crença de que o compartilhamento de experiências seria o grande elo que fortaleceria a todos, principalmente a mim mesma. Era uma forma de me enxergar caminhando em areias movediças, porém não sozinha!

Aprendemos muito com os outros quando saímos do nosso pequeno casulo e deixamos de ser o centro de nosso universo. Crescemos e incluímos ingredientes importantes que nos ajudam a superar nossos maiores medos e nos fazem perceber que somos parte de algo maior que, talvez, esteja muito além de nossa compreensão.

Os exemplos estão por todas as partes e são eles que nos mostram o quanto temos de riqueza e valor a contribuir uns com os outros e é por isso que agradeço a todos aqueles que de uma forma ou outra estiveram em minha vida. Agradecer é um ato supremo que representa humildade espiritual. É o momento em que vemos que não estamos sós neste mundo e que cada vida tem importante significado na construção de histórias que se entrelaçam e se encontram em determinados pontos...

Caminhamos ora calados, ora gritando, ora sofrendo, ora sorrindo... Mas caminhamos! E isso já justifica nosso agradecimento, pois não paramos um momento sequer nesse processo evolutivo (mesmo quando achamos que paramos). Estamos sempre em movimento e em busca de todas as verdades possíveis que nos levem a um lugar distante e mais próximo de nós mesmos! E são as pessoas que nos cercam, através de suas experiências e exemplos, que nos permitem enxergar quão grandiosos e ilimitados em força e coragem podemos ser. Obrigada a todos!

Sei que de alguma forma faço parte disso e, do meu modo, também contribuo, mas não quero perder em minha memória e nem deixar que o meu ego esqueça a bênção do agradecimento. Pelas coisas excepcionais ou pelas mais simples, agradeço! Por cada peça pacientemente integrada neste quebra-cabeça humano. Talvez estejamos tomando formas e conseguindo nos distinguir, mas ainda preservando nossas igualdades!

Quando comecei com este blog, minha frase motivadora e lema eram: “O importante não é a queda, mas como nos levantamos dela!”. Hoje, quero deixar aqui registrado a todos, juntamente com os meus agradecimentos, que não importa quantas vezes caímos nesta vida, sempre poderemos olhar para os lados (sem orgulho, arrogância ou vergonha) e encontrar mãos que nos levantarão. Mãos amigas, cujo interesse maior é ver-nos firmes e dispostos nos caminhos da vida. Mãos que um dia também espalmaram o chão em suas quedas e por isso sabem o valor da solidariedade, do levantar e prosseguir. Mãos como as minhas ou as suas... Mãos que constroem e representam o elo de irmãos... Símbolo maior de fraternidade e humanidade, que representa, entre tantas outras coisas, a nossa igualdade!

Jackie Freitas

Dedico este texto a todos que me acompanham, mas excepcionalmente a três pessoas queridas, que ultrapassaram as barreiras da amizade e moram eternamente em meu coração: Samanta Modesto, Eninha Campos e Herval Filho. Muito obrigada por estarem sempre ao meu lado e me mostrarem o verdadeiro valor e significado da palavra AMIZADE! Amo vocês!

*Imagens retiradas do Google Imagens

Leia Mais...
0

Adeus Morte!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011.

Despedidas são sempre complicadas, principalmente quando se trata de morte... Mas não para mim... Não neste caso...

Ontem eu fui a um velório. Não havia uma lágrima sequer contrastando o sorrateiro sorriso que o meu rosto exibia. Aliás, lágrimas não cabiam naquele momento... O que pude sentir foi um alívio, um sabor indescritível obtido através de uma espécie de libertação. Aquela vida que partia dava lugar à outra, cheia de esperanças e expectativas, ansiosa por descobrir o que há por detrás da grande cortina com infinitas possibilidades diante de si.

Hoje fui ao seu enterro... A marcha fúnebre pedia passos lentos, entretanto os meus aceleravam na medida em que o tempo me aproximava da promessa de uma nova fase. Levei flores para que o frescor da vida substituísse o cheiro da morte. Foi um gesto de agradecimento!

Hoje sepultei a mim mesma! Despedi-me daquela pessoa que estava doente, enfraquecida e prestes a morrer... Talvez eu seja uma assassina, mas precisei matar quem estava, lentamente, me matando! Era aquela pessoa ou eu! Na luta pela sobrevivência não nos resta muitas opções, principalmente quando desejamos a vida e não a morte, quando acordamos do coma que nos colocamos e percebemos o valor insubstituível da vida e daqueles que amamos.

Tomei todos os cuidados para que a despedida fosse digna, afinal, aquela pessoa que partia também havia me ensinado algo valioso, mesmo em seu leito de morte.

Isso se chama renascimento, queridos leitores, e se pararmos para pensar acontece conosco a todo o momento, em várias fases da vida. Por isso quis escrever e relatar o meu sepultamento, para que todos possam compreender que podemos dar vida à nossa própria vida, escutar aquela voz tímida ou distante que há em nós, pedindo atenção, cuidado, carinho... Pedindo que a deixemos ecoar para que acordemos do sono profundo, da letargia, da fraqueza e da doença da alma...

Muitas vezes acreditamos que são as outras pessoas ou a própria vida que tramam contra nós, desejando nossa morte; mas somos nós mesmos que empunhamos a arma letal e decretamos nossa sentença... Se não reagimos, padecemos e aí serão os outros que estarão em nosso velório e enterro... Não estaremos mais aqui para mostrar-lhes o quão bela é a nossa história e o quão exemplar e inspiradora ela pode ser...

Renasçamos quantas vezes forem necessárias! Expurguemos todo o desânimo e falta de fé que queiram se instalar em nós... Eles são corrosivos e com o tempo se transformarão numa doença que nos levará à falência. E a pior morte, acreditem, é aquela que começa em nossa alma e contamina nosso corpo. Tornamo-nos moribundos, vagando pela vida apenas a espera do momento derradeiro... Encostamos-nos a qualquer lugar, agonizando em dores e sofrimentos e começamos a desenhar nossa própria lápide.

Hoje foi a despedida daquela morte disfarçada de vida... Hoje dei adeus para alguém que tentava ser eu, mas que estava bem distante de ser quem eu realmente sou. Milagres, neste caso, não acontecem porque só depende de nós acordarmos a tempo...

Sobrevivi... Ou melhor, renasci! Mais uma vez e assim será quantas vezes forem necessárias para que a vida cumpra com o seu propósito. Claro que a morte chegará, mas será no momento certo... E ainda assim, tenho certeza, haverá muitas batalhas entre nós!

Antes de partir, dei uma rápida olhada na lápide que aquela “ex-vida” desenhava e pude ler apenas: “Aqui jaz...”. Completei:

Aqui jaz quem desistiu da vida.”

Essa pessoa não sou eu!

Jackie Freitas

“A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nos enquanto vivemos.”

(Pablo Picasso)

*Imagens retiradas do Google Imagens

Leia Mais...
 
Fenix - Vidas que Renascem © Copyright 2010 | Design By Gothic Darkness | sprintrade network