Quando a Nossa Verdade Não Basta
Mesmo que distorçam ou deturpem a verdade, por princípio universal, ela é uma só. Meias verdades não são verdades! São verdades escondidas por algo enganoso ou oblíquo. A nossa verdade nem sempre será a verdade que os outros querem enxergar. Ela pode ferir ou destoar e estar fora dos padrões criados no convívio humano. Mas importa a aparência criada ou a paz de espírito de estarmos quites com a nossa verdade?
Os tolos, fracos e hipócritas são regidos pelas verdades oportunas. Seguirão por seus caminhos julgando a todos segundo a visão limitada de suas pobres verdades. Os justos e fortes, serão questionados e colocados em fogueiras de vaidades, mas ainda seguirão em paz com a consciência. E é ela que dita nossas verdades! Ela é o nosso escudo protetor. Com ela dormimos tranquilamente e cientes de que não importa ao mundo a sua visão distorcida ou cômoda acerca da verdade. O que importa é o que sabemos... E saber quem somos e o que queremos faz de nossa verdade o sentido desse caminho confuso, cheio de armadilhas que nos surpreendem a todo o tempo.
A sua verdade pode não ser suficiente para explicar aos outros que as suas intenções são honestas, mas isso não importa. Sempre existirão as dúvidas. Acredite, a sua luta não será contra os outros e sim contra você mesmo, um teste permanente de caráter e integridade moral. Os outros farão o papel de inquisidores da justiça, mesmo que estejam mascarados e cobertos pela hipocrisia; porém o único papel que cabe a você é o de ser coerente com sua própria verdade, através de atitudes dignas e que não sucumbam ou se corrompam às facilidades da mentira. Como diz o dito popular, a mentira tem pernas curtas... Ela não vai l
onge!
Siga em frente, em paz com sua consciência e revestido de sua verdade. Mesmo que ela incomode aos outros, não se preocupe! Nem todos que te cercam estão preparados para enxergá-lo sincero e verdadeiro, portanto deixe-os em seu mundo de inglórias... A sua verdade é o seu escudo e é ela que deve te bastar!
Jackie
Freitas
“As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações.”
(Antoine de Saint-Exupéry)
*Imagens retiradas do Google Imagens
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