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Bons Dias!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014.

O bom de iniciar um novo ano são as perspectivas...

Nada mudou de ontem pra hoje, até porque as mudanças ocorrem vagarosamente e, principalmente, dentro de nós. São essas mudanças que fazem com que o novo seja celebrado de forma significativa.

Nada de promessas! Queremos saldar as dívidas e não criar novas! Nada de ansiedade! Teremos muitos dias pela frente! Dias tranquilos, dias difíceis, dias felizes, dias tristes; mas dias para escrevermos uma nova história ou simplesmente reescrevermos um capítulo diferente.

O bom de iniciar um novo ano é a esperança...

Nada mudou, mas as possibilidades nos enchem de esperanças e nos tornam capazes de enxergar o que, até então, estava turvado. Tudo sempre esteve ali, diante de nós; porém, o cansaço e o desânimo nos impediam de dar o passo decisivo que nos aproxima de algumas resoluções.

O bom de iniciar um novo ano é a certeza de que, apesar dos pesares, ainda estamos aqui, resistentes e persistentes, incansáveis e otimistas. Cientes de que o que ficou para trás não poderá ser modificado, mas o que virá pela frente, sim! Temos a chance de fazer diferente, ou não, mas temos, sobretudo, novas escolhas! Algumas decisões poderiam ter sido tomadas lá atrás, mas aguardamos oportunidades ou sinais que nos levassem até elas. E aqui estamos diante do futuro que sonhamos!

O bom de iniciar um novo ano é podermos parar de contar as horas e os dias para simplesmente vivê-los! Viver com intensidade e verdade, sem ilusões ou enganações. Por fora continuamos as mesmas pessoas, mas por dentro podemos ser novos, tais qual o novo que ansiamos do ano...

Vamos lá! O novo depende de como o enxergamos e o quanto o queremos novo. Caso contrário, viveremos apenas a continuação de algo que queríamos mudar e não mudamos. Continuaremos a esperar por oportunidades, mas elas já chegaram! E elas estão diante de nós!

Então, a pergunta é: quem precisa estar novo, o ano ou você? Talvez as duas coisas, porém, não se esqueça de que uma visão nova faz toda a diferença para que o novo aconteça em sua vida.

Desejo a todos os esperançosos, otimistas, persistentes, resistentes e sobreviventes; bons dias novos!

O bom de iniciar um novo ano é que podemos uma infinidade de coisas... Depende apenas do quanto, de fato, as queremos!

Jackie Freitas

*Imagens retiradas do Google Imagens

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Apenas a Deus!

domingo, 29 de dezembro de 2013.

2013 não foi um ano fácil para mim e nem para a maioria das pessoas que conheço. Um ano interminável com intermináveis desafios. Oscilei entre o céu e o inferno diversas vezes, sentindo que caminhava sem forças, tal qual um automóvel na reserva, aguardando uma iminente parada... Ano em que todos os tipos de problemas surgiram, assim como todos os tipos de pessoas também... Ano em que minhas certezas se tornaram dúvidas e minhas dúvidas consolidaram certezas absurdamente absolutas!

Mas, entre todo o caos instalado em minha vida, sobrevivi... Venci a cada obstáculo e aqui estou novamente como uma Fênix, renascida de suas próprias cinzas.

Após essa intensa transição; deixo aqui a minha singela mensagem, baseada em minhas experiências e observações que, de alguma forma, me ajudaram nesta importante etapa da minha vida...

· Acredite, sobretudo, em sua força! Duvide sempre dos olhos incrédulos que te cercam, mas jamais de si mesmo!

· Resgate a humildade onde quer que ela esteja, porque sem ela, não enxergamos com verdade o que precisamos enxergar!

· Aprenda a selecionar os seus amigos prevalecendo qualidade e não quantidade.

· Não se iluda com juras, principalmente as de “amor eterno”; algumas pessoas adoram usar desse artifício para conquistar a sua confiança!

· Fortaleça-se nas pequenas coisas. Entenda que elas são fundamentais para a compreensão de algo muito maior.

· Ouça, observe, avalie, mas não ignore a sua intuição. Ela te levará longe!

· Comprove que as máximas “Dias melhores virão” e “Nada como um dia após o outro” são verdadeiras!

· Não subestime as pessoas, muito menos você!

· Não superestime as pessoas, principalmente porque elas são tão especiais quanto você!

· Ame sempre, mas não se esqueça de amar-se também. Se o amor constrói, aprenda a reconstruir-se através dele!

· Não dê demasiado valor às críticas. Você se conhece bem e sabe distinguir o útil do inútil. Jogue as inutilidades e futilidades no lixo, porque elas não te levarão a lugar algum!

· A cada porta que se fecha, uma janela se abre e é através dela que enxergamos as oportunidades.

· Não tema os recomeços.

· Não seja tão autocrítico. Alivie o peso de suas próprias cobranças!

· Não julgue em hipótese alguma. Os julgamentos são péssimos hábitos que devemos desaprender, porque normalmente são injustos. Eles magoam, enganam e impossibilitam o verdadeiro conhecimento!

· Permita-se às descobertas, expandindo a sua visão, sem limitá-la (ou limitar-se).

· Surpreenda-se.

· Aprenda a dizer não!

· Aprenda a ouvir o seu coração!

· Colecione boas lembranças e descarte tudo aquilo que te fizer mal.

· E, finalmente, VIVA! Viva sem medo do futuro e sem agarrar-se ao passado. Viva o presente, pois é ele que importa!

2013 não foi um ano fácil e talvez 2014 não seja também (ou não!); porém, a questão já não é mais sobre anos bons ou ruins e sim sobre aprendizado, fortalecimento e fé... É sobre a comprovação de que independente de qualquer acontecimento, a vida segue o seu curso e não podemos fugir dela. Posso afirmar que vivi um oceano de emoções, enfrentando águas turbulentas, bravas tempestades, provando do sal de minhas lágrimas, navegando por rotas confusas e incertas; mas a minha fé, essa poderosa bússola, me guiou novamente para águas tranquilas. E, aqui estou em paz e confiante de que as coisas não acontecem por acaso e sem um propósito.

Quando passamos por momentos difíceis, ficamos tão vulneráveis, que imediatamente nos desfazemos da fé. Sem ela, deixamos de acreditar em nós e passamos a absorver todo o lixo tóxico que encontramos pela frente. Ficamos a mercê das boas, mas, sobretudo, das más intenções alheias e é nesta hora que a fé se faz necessária! Fé em Deus, em si mesmo e na vida... As respostas nos chegam de formas surpreendentes e o melhor canal para recebê-las é o coração.

Por isso, a minha mensagem para este final e início de anos é para que mantenhamos a fé. Certamente muitos obstáculos virão, mas estaremos mais preparados para enfrentá-los porque conhecemos a nossa força e não duvidamos da nossa fé!

Dias melhores virão, e eles estão chegando! Então, desejo que estejamos renovados, para que possamos apreciar esses novos dias com saúde e paz. Lembre-se que promessas de final de ano só valerão se realmente pudermos cumpri-las, caso contrário servirão apenas para nos sobrecarregarem ainda mais em cobranças. Portanto, viva um dia por vez e não se atropele nas promessas, porque o importante é estarmos bem, da forma que podemos e ao lado daqueles que realmente nos importam.

2013 já é passado! Que venha 2014 e com ele todas as possibilidades de realizações! Que ele nos seja novo em todos os sentidos!

Jackie Freitas

*Imagens retiradas do Google Imagens

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Liberdade… Liberdade!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013.

Com o passar do tempo, aprendemos a simplificar as coisas. O que antigamente nos consumia eternos e, em alguns casos, torturantes momentos de dúvidas, se torna equações simples que nos faz ver que perdemos tempo demais acumulando inutilidades que nada nos acrescentam. Aprendemos a nos desfazer dos pesos, afinal queremos apenas leveza e qualidade para a vida e, por isso também, nos tornamos mais seletivos...

Conforme o tempo passa, confirmamos a rapidez e brevidade da vida e nos perguntamos se realmente vivemos da forma que queríamos...

Alguns conceitos, antes complexos, se transformam em chaves que abrem portas e nos mostram belezas inexploradas, desvendam mistérios e nos libertam... Aliás, liberdade passa a ter outra conotação. Quando jovens, a olhamos como uma porteira a ser aberta para que corramos pelos campos da vida, desnorteadamente em busca de um tudo, que no final se torna nada... Depois, com o passar do tempo, percebemos que liberdade nada mais é que a tranquilidade de se fazer tudo, em seu tempo, sem a menor pressa ou preocupação para obtermos o que realmente nos terá significado. É nos permitirmos, no meio ao turbilhão das emoções, andar em passos curtos, saboreando cada momento e oportunidade que a vida nos oferece. E fazer tudo sem culpas ou remorsos...

Mark Twain escreveu: “Daqui a alguns anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”. É uma pena que demoramos tempo demais para soltarmos as amarras e compreendermos, de fato, o verdadeiro conceito da liberdade.

Isso aqui não é papo de gente velha... Nem conselho... Diria que é somente um chamado a uma vida mais honesta e coerente aos nossos sentimentos e vontades. Ela será sempre o que é; pequenas peças de problemas, preocupações e chateações, com momentos felizes e tristes, lembranças doces e amargas, de conquistas e derrotas, que, juntas, comporão um cenário... Precisamos nos enxergar neste cenário e sabermos se fazemos parte do seu contexto ou se apenas deixamos as peças amontoadas e sem sentido.

Por isso a necessidade do chamado! Para que aproveitemos melhor o nosso tempo e o usemos com sabedoria em prol de algo realmente importante: nós! Temos prazo de validade e nunca se sabe quando acabará.

Um pouco de loucura não nos fará mal algum, contanto que ela não nos aprisione num mundo de ilusões. Veja todas as possibilidades e as explore, descobrindo a vida de forma ilimitada, descobrindo-se um pouco mais a cada dia... Reveja a sua trajetória e, caso ela não te agrade, corrija a rota e percorra novos caminhos... Não tenha pressa, mesmo diante da brevidade da vida. Faça tudo o que puder, mas não de forma descontrolada e sim com discernimento, objetividade e qualidade! Use a liberdade ao seu favor! Se Deus nos deu o livre arbítrio, Ele também nos deu a liberdade para fazermos escolhas; então, escolha a melhor forma de viver, mesmo que os ponteiros do relógio corram diante dos seus olhos.

Viva aquele sonho antigo e recorrente, lembre-se das promessas feitas àquela criança que um dia habitou em você... Acorde-a e brinque com ela, cumpra ao menos uma de suas promessas.

Acredito que independente do que passamos pela vida, o importante é saber que vivemos com intensidade, consciência e, sobretudo, dando o nosso melhor para que guardemos na memória o melhor cenário... Não espere o tempo passar mais para que os arrependimentos te atormentem... Viva e faça acontecer, agora!

E não se culpe por nada! Lembre-se que você está apenas exercendo o seu direito de viver, usufruindo de sua liberdade. Faça tudo o que puder para ser feliz, ao seu modo e em seu tempo. Não tenha pressa, apenas se concentre em você! Faça o que tiver que ser feito e lembre-se da dica de Edson Marques: ...”a direção é mais importante que a velocidade...”.

Jackie Freitas

*Imagens retiradas do Google Imagens

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As Boas Razões...

sexta-feira, 13 de setembro de 2013.

Tem uma citação de H. Jackson Brown, Jr que gosto muito e que, atualmente, me representa muito bem:

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto...".

Creio que passamos boa parte do tempo, entre as muitas de nossas buscas, lutando por algum tipo de aceitação. Diria que, em alguns casos, exigindo reconhecimento e notoriedade. Vivemos escravizados pelas impressões que causamos e as que queremos causar aos outros, dando demasiada importância para as opiniões alheias quanto ao nosso comportamento e jeito de ser. E, vamos combinar; como é cansativo querermos manter uma imagem que não é a nossa somente para agradarmos aos outros!

Sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras, mas, ainda assim, insistimos na concepção de um padrão das coisas e comportamentos certos, como se todos devessem agir da mesma forma para que sejam rotulados e queridos.

Estamos num mundo marketing, onde pessoas se divulgam em redes sociais, quase sempre exaltando aquilo que julgam importante para que sejam qualificadas e, desta forma, aceitas pelos outros. Não precisa ser necessariamente suas verdades, contanto que seja politicamente correto, bonitinho, engraçado ou aceitável.

O curioso é que quanto mais lutamos pela liberdade de expressão, opinião, etnia, crença, etc., mais dependentes ficamos dos julgamentos alheios.

Embora quase todos saibam de sua inexistência, a perfeição ainda é uma meta para muitos e responsável, também, pelo desvio do foco daquilo que é essencial para uma vida autêntica e livre!

Infelizmente, quando perdemos o foco de nossas reais metas, perdemos a nossa verdade! Vendemos algo que é bom aos olhos dos outros, mas que nem sempre condiz com aquilo que queremos para nós. Perdemos a autenticidade porque planejamos causar boa impressão, independente do quanto isso comprometa a nossa integridade. Deixamos de lado uma beleza verdadeira e em seu lugar inventamos uma que julgamos ser mais conveniente para o convívio e aceitação social.

Nos relacionamentos, de um modo geral, a aparência passa a ter mais importância do que necessariamente a essência de cada um. Ora, não há problema algum reconhecermos nossos defeitos, contanto que haja consciência de que eles precisam ser trabalhados e modificados, principalmente se nos forem prejudiciais! Agora, pense se as mudanças serão favoráveis a si ou aos outros! Isole a teoria da perfeição. Ela não existe! Busque o seu conforto, independente se ele faz parte do ideal dos outros.

Assumir-se perante a vida é poder olhar-se ao espelho todos os dias e gostar-se da forma que é. Uns ajustes aqui, outros ali, OK, serão sempre necessários, pois é desta forma que evoluímos, aprendemos e crescemos, mas é importante estarmos bem resolvidos e em paz conosco! As nossas mudanças devem ser promovidas porque assim queremos e acreditamos e não pelo que os outros julgam... Certamente não é fácil agradarmos a gregos e troianos, mas o principal é nos agradarmos e estarmos satisfeitos com quem somos. Deixemos de lado as opiniões alheias, principalmente se elas forem negativas, e passemos a valorizar as nossas qualidades. Ninguém é cem por cento defeitos, tampouco qualidades, mas todos possuem algum tipo de beleza. E é essa beleza que deve nortear e ser o ponto de partida para o amor próprio e a autoaceitação.

É muito fácil acreditarmos nas críticas dos outros, principalmente nas negativas. Parece que temos uma vocação natural para aceitarmos com passividade os defeitos que nos apontam como se fôssemos contagiosos e indignos de qualquer tipo de convívio ou relacionamento. Dê um basta agora nisso! Pare de comprar as análises distorcidas sobre a pessoa que acham que você é e seja a pessoa que, de fato, é! Obviamente, não devemos ignorar os defeitos, mas não façamos deles a nossa derrota! É necessário que eles sejam trabalhados em prol do crescimento, mas saiba que eles não se modificarão do dia para noite. Existe um processo de aprendizado que nos permite reparar erros, mas que deve acontecer por nós e não pelos outros!

Quando se quer agradar em demasia as outras pessoas, assumimos um compromisso maior do que, muitas vezes, temos condições. Começamos a carregar um peso tão insuportável que todo o sentido da leveza da vida vai-se por terra, enterrando um pouco de nós a cada dia...

Não se pode exigir o amor ou consideração de ninguém! O que podemos (e devemos) é investir em melhorias que promovam o nosso bem estar e que nos direcionem para uma vida melhor. Somos o que somos e pronto! Simples assim! Portanto, volto ao início do texto e deixo a citação: “Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto...".

Tenho certeza que em cada um de nós há inúmeras razões a serem apreciadas. Quem puder enxergá-las, ótimo! Quem não puder... Paciência, a vida mostrará!

Jackie Freitas

*Imagens retiradas do Google Imagens

 

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Dançando com o Tempo

domingo, 25 de agosto de 2013.

As horas passam e eu fico pensando no tempo. Não sei se o perco por não aproveitá-lo melhor ou se, por querer aproveitá-lo, saboreando cada minuto, o deixo passar em vão.

Tento construir ideias, fazer planos e acabo me entregando ao destino. Claro que não renego as minhas responsabilidades e, tampouco cruzo os braços esperando que as coisas simplesmente aconteçam, mas chega um momento da vida em que deixamos de ter tanta pressa e preferimos apenas apreciar a paisagem e ver o que acontece.

Quando nos falam sobre o tempo, principalmente quando somos jovens, não damos importância porque acreditamos que ele seja infinito... Vinícius de Moraes disse em seu inesquecível Soneto de Fidelidade: “que seja infinito enquanto dure...” referindo-se ao amor, mas que pode ser aplicado em nossas vidas como forma de reconhecimento de que os momentos serão sempre passageiros, sobretudo se não compreendermos que todo o segredo está na intensidade com que os vivemos. E, de certa forma, é isso o que tenho tentado fazer; acolher os momentos, vivendo-os com intensidade, sem medos ou culpas!

Acredito na generosidade do tempo, mas percebo que ele não perdoa aqueles que o tratam com descaso. Envelhecemos quando nos prendemos demais às preocupações, contando os segundos que faltam para que os resultados de nossos esforços apareçam. Percebo que quanto mais respostas buscamos, mais ansiosos ficamos e menos tempo encontramos para saborear a vida. É quando as ranhetices da velhice aparecem...

Estou numa fase em que quero apenas entrar num trem, sentar-me na janela e olhar a paisagem passar diante dos meus olhos. Parada, mas em movimento, observando calmamente a vida correr lá fora! De vez em quando precisamos de tranquilidade e tempo para observar o movimento incessante da vida e sabermos em qual estação estamos... Talvez seja hora de desembarcar ou seguir viagem...

Não peço muita coisa além de sabedoria para manter a mente jovem, afinal velhice ou juventude, independente do tempo, tem a ver apenas com o espírito! E o modo como olhamos a vida depende somente do nosso estado de espírito.

Quero saborear a vida, calmamente e sem pressa alguma, mesmo sabendo que o tempo corre... Quero me desprender dos idealismos e viver no meu ritmo, sem dar importância aos julgamentos alheios, porque as regras devem ser minhas e não dos outros!

Nietzsche escreveu uma frase maravilhosa que diz: “E aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”.

Portanto, aqueles que não forem capazes de dançar conosco, jamais compreenderão o tom de nossa melodia e nem o nosso tempo. Às vezes paramos, mas não significa que deixamos de dançar... Estar parado pode ser apenas uma forma de escutar melhor a própria música!

Jackie Freitas

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”

(Dalai Lama)

*Imagens retiradas do Google Imagens

 

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Vivendo Entre o Sonho e a Realidade

domingo, 28 de julho de 2013.

Tenho travado muitas batalhas e, sinceramente, não sei se luto em prol de alguma guerra, senão uma própria, pessoal e que diz respeito unicamente a mim. Tenho tentado mudar ou, pelo menos, partir de um ponto, meticulosamente reavaliado, a fim de concluir coisas que venho me negando a aceitar... Se eu disser que obtive alguma resposta, estarei mentindo; mas, se disser também que não consegui compreender nada, minto igualmente.

O fato é que quanto mais persisto nessa cruzada, mais distante fico dos meus sonhos, mas isso, com o passar do tempo, torna-se constatação de que a realidade está distante de qualquer sonho. Questiono os sonhos... Eles existem, mas às vezes é apenas um lugar seguro onde nos escondemos para atenuar a dor da vida que temos.

Não podemos ficar lá escondidos por muito tempo, senão nós mesmos deixamos de ser reais e nos tornamos parte de uma ficção... E o sonho perderá o seu confortante sentido, assim como a vida e tudo o que nos cerca.

Por muito tempo acreditei que os sonhos pudessem se tornar realidade, mas descobri que tudo depende de como os sonhamos e o quanto os confundimos com a vida que idealizamos. Querer é poder, dizem, mas é preciso saber o que querer, é preciso manter os pés no chão e não nos afastarmos demais da realidade. Podemos, sem dúvida alguma, porém tal poder é limitado e deve ter as suas raízes fincadas em solos possíveis e não imaginários.

Não digo que os sonhos sejam inúteis e não condeno, nesta altura do campeonato, quem os mantém como cobertores que aquecem suas almas esperançosas, desiludidas e ansiosas por novos horizontes. Peço somente cautela e atenção nesta linha, quase invisível, que divide o real do ilusório para que o repentino despertar não cause danos maiores do que os já enfrentados nessa árdua luta que insiste em nos manter alertas.

Muitas vezes dizemos: “parece que estou vivendo um sonho!” porque duvidamos das generosidades que a vida pode nos oferecer, mas sabemos que mesmo nesses momentos precisamos ser realistas e não devemos ir além das expectativas criadas por sonhos fantasiosos e que nos levam a caminhos sem saída.

Quanto mais cedo aceitarmos a vida e procurarmos vivê-la com realidade, menos nos agarraremos aos sonhos e tampouco os usaremos como desculpas para eventuais fracassos ou desilusões. Despertemos! Mas façamos desse despertar o mesmo que fazemos todos os dias: acordando de um sonho para vivermos um novo dia, com planos concretos e com a mesma esperança depositada nos sonhos; porém, sem confundi-los!

Jackie Freitas

“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.”

(Carl Jung)

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Medo X Coragem

sábado, 30 de março de 2013.

O medo, muitas vezes, nos impede crescer. Por causa dele, deixamos de buscar oportunidades e conhecer os muitos e diferentes caminhos da vida.

Vivemos na idealizada segurança, mesmo que insatisfeitos, e não nos permitimos olhar além dos muros que o medo constrói em nossa volta. Mas, chega um momento que precisamos avançar e fazer da coragem a nossa principal arma de sobrevivência.

Não acredito que a vida seja complicada... Tenho, cada vez mais, certeza de que a sua simplicidade é que nos desafia a enxergar o obvio e ao mesmo tempo bloqueia a nossa visão, prendendo-nos na comodidade e transformando o medo em barreiras gigantescas para as novas descobertas.

Há de chegar um momento em que o medo será superado e que a vida, então, deixará de ser um mistério... Há de chegar a hora de nos libertarmos e seguir adiante, buscando novos caminhos e fazendo deles o nosso destino.

As despedidas são sempre dolorosas, principalmente quando nos acostumamos com o conforto ilusório criado pelo medo. Mas, penso que não estamos nesta jornada para vivermos sem desafios ou acomodados na simplicidade; então, adeus medo e limitações! Às vezes precisamos de um voo mais alto. Podemos cair durante a trajetória, mas é fundamental que testemos nossas resistências!

Portas se abrem e se fecham constantemente diante de nós. Fazemos nossas escolhas e são elas que desenham, lentamente, o nosso futuro. O importante é estarmos cientes de que nada nos chega sem aviso prévio. Nada nos é imposto sem a opção de escolhermos como prosseguir... E, como prosseguir depende apenas de nós!

Por mais sombrio que pareça o futuro, não podemos temê-lo. Independente de qualquer coisa será através dele que descobriremos o desfecho dessa história e é com coragem e espírito de luta que manteremos nossos passos firmes para trilharmos os caminhos escolhidos.

Já ouvi muitos rumores sobre o medo e o que posso dizer neste momento é que devemos tratá-lo com respeito, mas não nos curvarmos diante dele. Compreender que sem ele a vida perderia os seus mistérios, mas que, também, sem ele não teríamos os seus desafios. Portanto, mesmo que o medo ganhe dimensões incalculáveis, precisamos encará-lo e deixar que a coragem nos leve adiante. O medo habita dentro de nós e não no mundo ou na vida em si... Ele ganha forças à medida que o alimentamos e o deixamos orientar nossos passos.

Todos nós enfrentamos grandes batalhas e em cada uma delas o medo está presente; entretanto, cada batalha vencida tem a coragem como principal arma... E é isso que nos faz lutar arduamente pela sobrevivência. É a coragem que nos faz chegar ao final de cada batalha e descobrir a vida existente além dos muros criados pelo medo...

Jackie Freitas

“Façamos da interrupção um caminho novo.
Da queda um passo de dança,
do medo uma escada,
do sonho uma ponte, da procura um encontro!”

(Fernando Sabino)

*Imagens retiradas do Google Imagens

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